A cidade de Saint Jean de Luz, no sudoeste da França, instalou em uma praia equipamentos que permitem que os cegos nadem em segurança, graças a um sistema simples de rádio sem fio. Boias com sensores de áudio colocadas no mar, com uma distância de 15 metros entre uma e outra, ajudam os cegos a se localizarem na água.
Cada um deles usa no pulso um aparelho parecido com um cronômetro. Quando eles apertam o botão, os sensores dizem exatamente onde eles estão em relação às boias. E há um botão de emergência, caso haja algum problema.
Pascal Andiazabal é um frequentador do local e o diz que o problema para nadadores cegos, como ele, é perder o senso de direção na água.
"Quando eu ouço as mensagens dos sensores dizendo perto de qual boia eu estou, eu sei onde estou e não fico desorientado", diz Andiazabal.
O custo de instalar o sistema ficou em cerca de 25 mil euros, mas o projeto ainda precisa de alguns ajustes.
"Isso aqui é uma baía com ondas e marés e, quando a maré está baixa, as boias com os sensores não ficam estáveis e isso precisa ser consertado", diz o vice-prefeito de Saint Jean de Luz, Ferdinand Echave. Em várias partes do sul da França as praias estão sendo preparadas para receber cegos com segurança
Fonte: Blog Prof. Alexandre (http://mraleh.blogspot.com/)
terça-feira, 6 de julho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
Pra quê? Sara Bentes
Se quiser me ajudar, pergunte primeiro se eu preciso
E se for me ajudar, entenda primeiro como
Se quiser que eu te reconheça, então me diga o teu nome
E se quiser mais poesia, então me cante tua canção
Se for me guiar, não me empurre a tua frente
Seja a minha estrela guia abrindo caminho pra mim
Se quiser que eu veja algo, não aponte, faça a ponte
Com palavras, descrição ou então me leve até lá
Se quiser me entender, não precisa esforço, não há nada demais
Assim como você e todo mundo, sou diferente de todo mundo
Sou única, sou cigana, sou do samba, sou da paz
Se quiser entender meu problema, fecha os olhos e se olha
Veja suas ideias gastas, entenda que eu não tenho problema algum
Tenho apenas uma maneira diferente de ver o mundo
Me dê então um beijo daqueles que só você sabe dar,
Pra que que a gente precisa ver? sabe lá...
Me cante aquelas canções que só você sabe cantar
Pra que que a gente precisa ver? sabe lá...
Quem não é diferente? Quem não tem dificuldades?
Quem não é diferente? Quem não tem dificuldades?
Me diz...
E se for me ajudar, entenda primeiro como
Se quiser que eu te reconheça, então me diga o teu nome
E se quiser mais poesia, então me cante tua canção
Se for me guiar, não me empurre a tua frente
Seja a minha estrela guia abrindo caminho pra mim
Se quiser que eu veja algo, não aponte, faça a ponte
Com palavras, descrição ou então me leve até lá
Se quiser me entender, não precisa esforço, não há nada demais
Assim como você e todo mundo, sou diferente de todo mundo
Sou única, sou cigana, sou do samba, sou da paz
Se quiser entender meu problema, fecha os olhos e se olha
Veja suas ideias gastas, entenda que eu não tenho problema algum
Tenho apenas uma maneira diferente de ver o mundo
Me dê então um beijo daqueles que só você sabe dar,
Pra que que a gente precisa ver? sabe lá...
Me cante aquelas canções que só você sabe cantar
Pra que que a gente precisa ver? sabe lá...
Quem não é diferente? Quem não tem dificuldades?
Quem não é diferente? Quem não tem dificuldades?
Me diz...
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Obra em braile lançada durante 10º Feira do Livro reforça política de inclusão social
Com apoio da Prefeitura de Ribeirão Preto, Adevirp (Associação dos Deficientes Visuais de Ribeirão Preto), Instituto do Livro, Fundação Dom Pedro II e Secretaria Municipal da Cultura, e patrocínio do Instituto Vivo, foi lançada, na noite da última quinta-feira, na Sala dos Espelhos do Theatro Pedro II, a “Antologia em Prosa e Verso: Norival e seus convidados”. Esse lançamento, incluído na programação da 10ª Feira Nacional do Livro, marca a primeira obra em braile desenvolvida por alunos da Adevirp. O lançamento da Antologia incluiu também a versão impressa e CD.
Inclusão Social e Cultural – Durante o lançamento da obra, marcada por momentos de grande emoção, todos os oradores, incluindo a secretária da Cultura, Adriana Silva (na oportunidade representando a prefeita Dárcy Vera); o presidente da Fundação D. Pedro II, Layr Luchesi; o presidente do Instituto do Livro, Edwaldo Arantes; a presidente da Adevirp, Marlene Taveira Cintra, e os representantes da Vivo, André Caio e Bruno Buzolini, foram unânimes em ressaltar a importância daquele momento enquanto uma realização de inclusão social e cultural.
As obras são resultado do trabalho de alunos que participam do projeto “Desvendando a Poesia”, que realiza atividades voltadas ao estímulo da sensibilidade, da percepção, incentivo à poesia, incentivando ainda a participação em vários concursos literários.
“Realizado na Biblioteca Adevirp, o projeto tem trazido vários prêmios”, como explica a coordenadora da Biblioteca, Helena Agostinho. “O projeto valoriza os alunos e proporciona a inclusão cultural. Vemos esse resultado como uma vitória para nossos alunos, levando em conta a dificuldade em desenvolvê-lo”, afirma Helena.
Adevirp – A entidade oferece várias atividades como esporte, cultura, complementação ao ensino fundamental e médio para pessoas com deficiência visual, de ambos os sexos. Dentre as diversas frentes de atendimento oferecidas está a Biblioteca Padre Hugo Grecco, que conta hoje com mais de 1.600 livros, em formato Braille, áudio e escrita ampliada. Em 2004 passou a integrar a rede de Bibliotecas Públicas do Programa Ribeirão das Letras do Instituto do Livro, e desde então desenvolve, junto aos alunos da instituição, um trabalho voltado à cultura e educação.
terça-feira, 15 de junho de 2010
RESUMO DOS COMANDOS UTILIZADOS NO INTERNET EXPLORER
RESUMO DOS COMANDOS UTILIZADOS NO INTERNET EXPLORER
Tab: avança para o próximo link ou campo de formulário.
Shift + Tab: volta para o link ou campo de formulário anterior.
Ctrl + Tab: avança para o próximo frame da página.
Num 1: volta ao elemento anterior em uma página Web.
Num 2: avança para o próximo elemento de uma página Web.
Ctrl + Num 1: volta para o texto simples (sem link) anterior.
Ctrl + Num 2: avança para o próximo texto simples (sem link).
Alt + Num 1: volta para o link anterior.
Alt + Num 2: avança para o próximo link.
Ctrl + Alt + Num 1: vai para o início do frame atual.
Ctrl + Alt + Num 2: fala o cabeçalho da coluna atual quando estiver em uma tabela de página Web.
Ctrl + Num 5: mostra a lista dos links e botões da página atual.
Alt + Num 5: mostra a lista dos frames da página atual.
Ctrl + Alt + Num 5: adiciona uma transcrição para o gráfico selecionado ao dicionário de gráficos Web.
Num 6 (2x): mostra a janela de Jumper para avançar para o próximo campo de edição, tabela, link visitado ou não visitado dentro da página.
T: procura o próximo texto.
Shift + T: procura o texto anterior.
E: procura o próximo campo de edição de texto.
Shift + E: procura o campo de edição anterior.
C: procura a próxima caixa combinada.
Shift + C: procura a caixa combinada anterior.
L: procura o próximo link.
Shift + L: procura o link anterior.
I: procura a próxima lista.
Shift + I: procura a lista anterior.
A: procura a próxima tabela.
Shift + A: procura a tabela anterior.
R: procura a próxima caixa de verificação.
Shift + R: procura a caixa de verificação anterior.
O: procura o próximo botão do tipo RadioButton.
Shift + O: procura um botão do tipo RadioButton anterior.
V: procura o próximo link visitado.
Shift + V: procura o link visitado anterior.
N: procura o próximo link não visitado.
Shift + N: procura o link não visitado anterior.
Quando a opção “Usar setas para navegar em páginas Web” estiver ligada:
Seta para cima: volta ao elemento anterior em uma página Web.
Seta para baixo: avança para o próximo elemento de uma página Web.
Enter: entra em modo de edição quando estiver em um campo de formulário que requer o uso das setas (listas, caixas combinadas etc.).
Esc: sai do modo de edição quando estiver em um campo de formulário que requer o uso das setas (listas, caixas combinadas etc.).
Fonte
Tab: avança para o próximo link ou campo de formulário.
Shift + Tab: volta para o link ou campo de formulário anterior.
Ctrl + Tab: avança para o próximo frame da página.
Num 1: volta ao elemento anterior em uma página Web.
Num 2: avança para o próximo elemento de uma página Web.
Ctrl + Num 1: volta para o texto simples (sem link) anterior.
Ctrl + Num 2: avança para o próximo texto simples (sem link).
Alt + Num 1: volta para o link anterior.
Alt + Num 2: avança para o próximo link.
Ctrl + Alt + Num 1: vai para o início do frame atual.
Ctrl + Alt + Num 2: fala o cabeçalho da coluna atual quando estiver em uma tabela de página Web.
Ctrl + Num 5: mostra a lista dos links e botões da página atual.
Alt + Num 5: mostra a lista dos frames da página atual.
Ctrl + Alt + Num 5: adiciona uma transcrição para o gráfico selecionado ao dicionário de gráficos Web.
Num 6 (2x): mostra a janela de Jumper para avançar para o próximo campo de edição, tabela, link visitado ou não visitado dentro da página.
T: procura o próximo texto.
Shift + T: procura o texto anterior.
E: procura o próximo campo de edição de texto.
Shift + E: procura o campo de edição anterior.
C: procura a próxima caixa combinada.
Shift + C: procura a caixa combinada anterior.
L: procura o próximo link.
Shift + L: procura o link anterior.
I: procura a próxima lista.
Shift + I: procura a lista anterior.
A: procura a próxima tabela.
Shift + A: procura a tabela anterior.
R: procura a próxima caixa de verificação.
Shift + R: procura a caixa de verificação anterior.
O: procura o próximo botão do tipo RadioButton.
Shift + O: procura um botão do tipo RadioButton anterior.
V: procura o próximo link visitado.
Shift + V: procura o link visitado anterior.
N: procura o próximo link não visitado.
Shift + N: procura o link não visitado anterior.
Quando a opção “Usar setas para navegar em páginas Web” estiver ligada:
Seta para cima: volta ao elemento anterior em uma página Web.
Seta para baixo: avança para o próximo elemento de uma página Web.
Enter: entra em modo de edição quando estiver em um campo de formulário que requer o uso das setas (listas, caixas combinadas etc.).
Esc: sai do modo de edição quando estiver em um campo de formulário que requer o uso das setas (listas, caixas combinadas etc.).
Fonte
quarta-feira, 9 de junho de 2010
JUVENTUDE TEM CONCERTO com Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto
Dia 20/06 – domingo às 10h
Programa:
P.I.Tchaikovski - Sinfonia nº 2 em dó menor, "A Pequena Russia" op. 17
Max Bruch Concerto para violino e orquestra n°1 em sol menor op.46
Ingressos: gratuitos que deverão ser retirados 01 hora antes do concerto
Classificação Livre
Programa:
P.I.Tchaikovski - Sinfonia nº 2 em dó menor, "A Pequena Russia" op. 17
Max Bruch Concerto para violino e orquestra n°1 em sol menor op.46
Ingressos: gratuitos que deverão ser retirados 01 hora antes do concerto
Classificação Livre
terça-feira, 8 de junho de 2010
Hino a Ribeirão Preto - Letra e História
A minha terra é um coração
Aberto ao sol pelas enxadas
Sangrando amor e tradição
No despertar das madrugadas.
História exemplo, amor e fé
Assim traçamos teu perfil
Ribeirão Preto, terra do café
Orgulho de São Paulo e do Brasil.
Nasceste do destino nacional
Das caminhadas rumo ao Oeste
E ainda guardas o belo ideal
Dessa epopéia em que nasceste
Estribilho
Ribeirão Preto esse destino
Que consagrou a tua gente
É do trabalho o grande hino
Que há de viver eternamente.
És linda jóia no veludo
Dos nossos verdes infinitos cafezais
E se em ti amada terra temos tudo
Ainda procuramos dar-te mais.
Estribilho
História do Hino
Lei nº 6057 - Regulamentação dos símbolos do município
Por ocasião do centenário de Ribeirão Preto, o então prefeito Costábile Romano organizou um concurso popular de poesias e músicas. Entre os trabalhos, o escolhido foi o poema de Saulo Ramos. O poema foi musicado por Diva Tarlá.
Saulo Ramos - José Saulo Pereira Ramos, natural de Brodowski (SP), é jurista, consultor geral da República, membro da Academia Ribeirãopretana de Letras. É autor do poema "Café" (a Poesia da Terra e das Enxadas), publicado em 1953. Considerado o Poeta do Café, foi premiado na televisão no programa "O Céu é o Limite", respondendo sobre o café.
Diva Tarlá - Diva Tarlá de Carvalho, pioneira no ensino de música e piano. Nascida em Ribeirão Preto, foi Cidadã Emérita, por láurea outorgada pela Câmara Municipal em 1968.
Aberto ao sol pelas enxadas
Sangrando amor e tradição
No despertar das madrugadas.
História exemplo, amor e fé
Assim traçamos teu perfil
Ribeirão Preto, terra do café
Orgulho de São Paulo e do Brasil.
Nasceste do destino nacional
Das caminhadas rumo ao Oeste
E ainda guardas o belo ideal
Dessa epopéia em que nasceste
Estribilho
Ribeirão Preto esse destino
Que consagrou a tua gente
É do trabalho o grande hino
Que há de viver eternamente.
És linda jóia no veludo
Dos nossos verdes infinitos cafezais
E se em ti amada terra temos tudo
Ainda procuramos dar-te mais.
Estribilho
História do Hino
Lei nº 6057 - Regulamentação dos símbolos do município
Por ocasião do centenário de Ribeirão Preto, o então prefeito Costábile Romano organizou um concurso popular de poesias e músicas. Entre os trabalhos, o escolhido foi o poema de Saulo Ramos. O poema foi musicado por Diva Tarlá.
Saulo Ramos - José Saulo Pereira Ramos, natural de Brodowski (SP), é jurista, consultor geral da República, membro da Academia Ribeirãopretana de Letras. É autor do poema "Café" (a Poesia da Terra e das Enxadas), publicado em 1953. Considerado o Poeta do Café, foi premiado na televisão no programa "O Céu é o Limite", respondendo sobre o café.
Diva Tarlá - Diva Tarlá de Carvalho, pioneira no ensino de música e piano. Nascida em Ribeirão Preto, foi Cidadã Emérita, por láurea outorgada pela Câmara Municipal em 1968.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Denize em Caldas Novas - GO
A Aluna Denize recebeu o título de Miss Perseverança, no Hotel Taiyo em Caldas Novas-Go. Após desfilar na passarela, A direção do evento solicitou ao Sr. Orlando, Marido da Aluna Denize, que entregasse solenemente o certificado.
Parabéns Denize! Que você e seu marido continuem viajando e se divertindo!
domingo, 23 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Cursos Auxiliam Deficientes Visuais em Tarefas Cotidianas
Viver dia e noite sem diferenciar a chegada da luz, interpretando o seu espaço por um outro ângulo. A vida de um deficiente visual não parece fácil para quem a vê de fora, mas também não é um bicho de sete cabeças. Há muitas adaptações a serem feitas para lidar com situações cotidianas. Para facilitar esse processo, há entidades como a Adeva, a Associação de Deficientes Visuais e Amigos. “Na realidade, o deficiente visual precisa de outras coisas além da alfabetização e mobilidade, precisa aprender a viver dentro de casa, fazer pequenas coisas”, conta a professora da entidade, Neuma de Lira, que trabalha com deficientes visuais na Adeva há 18 anos. Ela ressalta que várias instituições fazem esse trabalho, mas que a inclusão é bastante recente.
A Adeva começou a reabilitar deficientes visuais em 1978. Posteriormente, percebeu que outras entidades faziam trabalho semelhante, mas que ainda não era o suficiente para dar autonomia a seu público. Então, eles mudaram o foco para profissionalização. “Com o trabalho, ele [o deficiente visual] consegue seu próprio sustento, sua dignidade e estabelece relacionamentos”, esclarece Markiano Charan Filho, presidente da associação.
Vestir-se bem
Dentre as situações corriqueiras que apresentam dificuldades para quem vive às escuras, está o momento de escolher a roupa. Há várias maneiras de se adaptar à tarefa, mas inicialmente é necessária a ajuda de uma outra pessoa. Os deficientes visuais aprendem a reconhecer as roupas primeiro pela textura e em segundo lugar pela etiqueta. O ideal é fazer marcação com um código que identifique a roupa. Para o caso daqueles que já nasceram sem visão, Neuma explica que a combinação de cores é estabelecida por uma convenção. “É regrinha mesmo, do tipo tal cor combina com tal. Os que já tiveram visão, por outro lado, conhecem as cores e sabem quais combinam”, esclarece a professora.
Vida normal
Muito além das pequenas tarefas cotidianas, o que realmente atrapalha a vida do deficiente é a falta de acessibilidade, na opinião de quem trabalha com eles. Para Neuma, “o que afasta é a [falta de] acessibilidade, não só de ruas e calçadas, mas o próprio preconceito”. Isso implica na falta de preocupação de uma sociedade que parece distante e que está pouco acostumada com as diferenças. E envolve questões mais complexas, como os diferentes níveis de deficiência. O presidente da Adeva explica que a maioria de deficientes (pelo menos 80%) é de baixa visão. “Essas pessoas sofrem mais preconceito do que aquelas que perderam a visão total”. É como se a sociedade não admitisse os que sofrem aparentemente
menos desse problema.
Consumidor
“Enquanto a sociedade não vir o deficiente visual como consumidor, ele não vai ser incluso”, opina Charan Filho. Ele lamenta que as gôndolas de supermercado não sejam viáveis, além de existirem poucos produtos com embalagens em braile, como barras de cereais, bolos semiprontos, perfumes, cremes dentais e congelados. Pela legislação federal de acessibilidade (Lei 10.098 de 19 de dezembro de 2000) o poder público deve promover a eliminação de barreiras de informação e acesso, garantindo uma vida normal, além de formar intérpretes e guias. Entretanto, poucos estabelecimentos comerciais têm esse acesso facilitado. Everaldo, deficiente visual, considera que “até que é possível comprar coisas sozinho, a não ser que o vendedor nos ‘enrole’, mas isso é difícil de acontecer”. Ele afirma também que algumas diferenciações facilitam o uso do dinheiro, como os diversos pesos e tamanhos das moedas.
Fonte: Jornal Claro On Line - USP/SP
http://www.claronline.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=260:autonomia-atravez-da-aprendizagem&catid=58:claro-no-escuro
A Adeva começou a reabilitar deficientes visuais em 1978. Posteriormente, percebeu que outras entidades faziam trabalho semelhante, mas que ainda não era o suficiente para dar autonomia a seu público. Então, eles mudaram o foco para profissionalização. “Com o trabalho, ele [o deficiente visual] consegue seu próprio sustento, sua dignidade e estabelece relacionamentos”, esclarece Markiano Charan Filho, presidente da associação.
Vestir-se bem
Dentre as situações corriqueiras que apresentam dificuldades para quem vive às escuras, está o momento de escolher a roupa. Há várias maneiras de se adaptar à tarefa, mas inicialmente é necessária a ajuda de uma outra pessoa. Os deficientes visuais aprendem a reconhecer as roupas primeiro pela textura e em segundo lugar pela etiqueta. O ideal é fazer marcação com um código que identifique a roupa. Para o caso daqueles que já nasceram sem visão, Neuma explica que a combinação de cores é estabelecida por uma convenção. “É regrinha mesmo, do tipo tal cor combina com tal. Os que já tiveram visão, por outro lado, conhecem as cores e sabem quais combinam”, esclarece a professora.
Vida normal
Muito além das pequenas tarefas cotidianas, o que realmente atrapalha a vida do deficiente é a falta de acessibilidade, na opinião de quem trabalha com eles. Para Neuma, “o que afasta é a [falta de] acessibilidade, não só de ruas e calçadas, mas o próprio preconceito”. Isso implica na falta de preocupação de uma sociedade que parece distante e que está pouco acostumada com as diferenças. E envolve questões mais complexas, como os diferentes níveis de deficiência. O presidente da Adeva explica que a maioria de deficientes (pelo menos 80%) é de baixa visão. “Essas pessoas sofrem mais preconceito do que aquelas que perderam a visão total”. É como se a sociedade não admitisse os que sofrem aparentemente
menos desse problema.
Consumidor
“Enquanto a sociedade não vir o deficiente visual como consumidor, ele não vai ser incluso”, opina Charan Filho. Ele lamenta que as gôndolas de supermercado não sejam viáveis, além de existirem poucos produtos com embalagens em braile, como barras de cereais, bolos semiprontos, perfumes, cremes dentais e congelados. Pela legislação federal de acessibilidade (Lei 10.098 de 19 de dezembro de 2000) o poder público deve promover a eliminação de barreiras de informação e acesso, garantindo uma vida normal, além de formar intérpretes e guias. Entretanto, poucos estabelecimentos comerciais têm esse acesso facilitado. Everaldo, deficiente visual, considera que “até que é possível comprar coisas sozinho, a não ser que o vendedor nos ‘enrole’, mas isso é difícil de acontecer”. Ele afirma também que algumas diferenciações facilitam o uso do dinheiro, como os diversos pesos e tamanhos das moedas.
Fonte: Jornal Claro On Line - USP/SP
http://www.claronline.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=260:autonomia-atravez-da-aprendizagem&catid=58:claro-no-escuro
terça-feira, 18 de maio de 2010
Cadeirante passa em primeiro lugar em concurso mas não é chamado
A explicação que parece mais óbvia é preconceito. O veterinário aprovado já tinha desempenhado função semelhante antes.
O que explica o segundo colocado em um concurso público ser chamado antes da pessoa que ficou em primeiro lugar? O caso aconteceu e chamou atenção no interior de São Paulo.
A explicação que parece mais óbvia é preconceito. É que o candidato é portador de deficiência física, ele é cadeirante. Mas, no edital do concurso nada dizia que ele não poderia participar. Ao contrário, até havia vagas reservadas para deficientes. Decidido a superar mais este obstáculo, ele agora busca ajuda da Justiça.
O médico veterinário que trabalha na prefeitura de Jales, a 600 quilômetros de São Paulo, já se acostumou às dificuldades para se locomover. Mas o obstáculo mais difícil que ele já enfrentou não é uma barreira física: é precisar provar que é capaz de trabalhar na função para a qual prestou concurso e passou em primeiro. João Paulo quer trabalhar como fiscal do Conselho de Medicina Veterinária, que controla o exercício da profissão.
O médico veterinário, que já trabalhou em função semelhante no Paraná, acompanhou passo a passo a publicação dos convocados. Para surpresa do candidato, o segundo colocado foi chamado antes dele.
“Tem falar para outra pessoas que você é capaz. Isso é muito frustrante”, reclama o veterinário João Paulo Fernandes Buosi.
Inconformado com a situação, João Paulo decidiu procurar o Ministério Público Federal e só quando a Procuradoria da República entrou no caso, o Conselho de Medicina Veterinária do estado de São Paulo decidiu chamar o candidato para uma perícia médica que vai dizer se ele pode ou não exercer a atividade.
“Na hora de fazer o concurso, a documentação dele mostrou que ele estava apto. O conselho o aceitou e simplesmente depois de aprovado, foi ignorada a ordem de classificação e ele não foi nomeado”, explica o procurador da República Thiago Lacerda Nobre.
O representante do Conselho de Medicina Veterinária diz que o candidato não foi chamado porque não se enquadrava nos requisitos para o cargo, mas a posição será revista.
“A Procuradoria fez a recomendação e o conselho prontamente entendeu da necessidade de rever os seus atos e assumiu os erros administrativos e está chamando o candidato para rever situação”, declara o delegado regional do Conselho de Medicina VeterináriaSP Fernando Buchala
“É uma pessoa batalhadora que foi atrás dos direitos e hoje eu posso dizer que graças a ele, que procurou o Ministério Público Federal e que permitiu a nossa atuação, ele está reintegrado no concurso e hoje pode continuar no processo seletivo”, diz o procurador Thiago Lacerda Nobre.
“É mais a sociedade incapaz de receber o cadeirante, não permitindo a acessibilidade, do que o cadeirante incapaz de se incluir”, fala o veterinário.
João Paulo já passou pela perícia médica, mas ainda não recebeu o resultado da avaliação. Imagine a frustração: ele se inscreveu em um concurso para uma função na qual já havia trabalhado, a inscrição foi aceita sem qualquer problema, ele passou em primeiro lugar e não foi chamado. Fica parecendo que o problema é dele e não de quem faz a seleção.
O que explica o segundo colocado em um concurso público ser chamado antes da pessoa que ficou em primeiro lugar? O caso aconteceu e chamou atenção no interior de São Paulo.
A explicação que parece mais óbvia é preconceito. É que o candidato é portador de deficiência física, ele é cadeirante. Mas, no edital do concurso nada dizia que ele não poderia participar. Ao contrário, até havia vagas reservadas para deficientes. Decidido a superar mais este obstáculo, ele agora busca ajuda da Justiça.
O médico veterinário que trabalha na prefeitura de Jales, a 600 quilômetros de São Paulo, já se acostumou às dificuldades para se locomover. Mas o obstáculo mais difícil que ele já enfrentou não é uma barreira física: é precisar provar que é capaz de trabalhar na função para a qual prestou concurso e passou em primeiro. João Paulo quer trabalhar como fiscal do Conselho de Medicina Veterinária, que controla o exercício da profissão.
O médico veterinário, que já trabalhou em função semelhante no Paraná, acompanhou passo a passo a publicação dos convocados. Para surpresa do candidato, o segundo colocado foi chamado antes dele.
“Tem falar para outra pessoas que você é capaz. Isso é muito frustrante”, reclama o veterinário João Paulo Fernandes Buosi.
Inconformado com a situação, João Paulo decidiu procurar o Ministério Público Federal e só quando a Procuradoria da República entrou no caso, o Conselho de Medicina Veterinária do estado de São Paulo decidiu chamar o candidato para uma perícia médica que vai dizer se ele pode ou não exercer a atividade.
“Na hora de fazer o concurso, a documentação dele mostrou que ele estava apto. O conselho o aceitou e simplesmente depois de aprovado, foi ignorada a ordem de classificação e ele não foi nomeado”, explica o procurador da República Thiago Lacerda Nobre.
O representante do Conselho de Medicina Veterinária diz que o candidato não foi chamado porque não se enquadrava nos requisitos para o cargo, mas a posição será revista.
“A Procuradoria fez a recomendação e o conselho prontamente entendeu da necessidade de rever os seus atos e assumiu os erros administrativos e está chamando o candidato para rever situação”, declara o delegado regional do Conselho de Medicina VeterináriaSP Fernando Buchala
“É uma pessoa batalhadora que foi atrás dos direitos e hoje eu posso dizer que graças a ele, que procurou o Ministério Público Federal e que permitiu a nossa atuação, ele está reintegrado no concurso e hoje pode continuar no processo seletivo”, diz o procurador Thiago Lacerda Nobre.
“É mais a sociedade incapaz de receber o cadeirante, não permitindo a acessibilidade, do que o cadeirante incapaz de se incluir”, fala o veterinário.
João Paulo já passou pela perícia médica, mas ainda não recebeu o resultado da avaliação. Imagine a frustração: ele se inscreveu em um concurso para uma função na qual já havia trabalhado, a inscrição foi aceita sem qualquer problema, ele passou em primeiro lugar e não foi chamado. Fica parecendo que o problema é dele e não de quem faz a seleção.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Menino cego aprende a se locomover usando técnica de golfinhos
Um menino cego de quatro anos de idade está aprendendo a se locomover de maneira independente aprendendo a técnica de sonar usada por golfinhos para identificar objetos a sua volta.
James Aspland, do condado de Kent, na Inglaterra, é cego de nascença e está aprendendo a técnica com um especialista em mobilidade para deficientes visuais, o americano Daniel Kish, que perdeu a visão aos 13 anos e preside a organização Acesso ao Mundo para os Cegos.
A técnica envolve a emissão de estalos agudos com a língua para ouvir como eles reverberam nas superfícies próximas, ajudando um deficiente visual a localizar objetos e perceber seu tamanho - e seu posicionamento em relação a eles - pelo eco que eles produzem.
Técnicas semelhantes são usadas por animais como golfinhos e morcegos, mas como eles podem emitir sons muito mais agudos, sua percepção dos objetos é muito mais precisa e detalhada.
Segundo o jornal local Kent Messenger, Jamie será acompanhando por 12 meses por Kish, que dará ideias para seu treinamento. O especialista diz que a técnica ajuda a identificar objetos grandes, como prédios, a uma distância de até 100 metros.
Sua mãe, Debs Aspland, relatou uma ocasião em um parque, em que o filho conseguiu se desviar de uma cerca a tempo de evitar uma colisão.
O especialista, que treina pessoas no mundo todo, diz que 75% de seus “aprendizes” são crianças. Ele também pratica mountain bike e montanhismo, sempre utilizando a técnica
James Aspland, do condado de Kent, na Inglaterra, é cego de nascença e está aprendendo a técnica com um especialista em mobilidade para deficientes visuais, o americano Daniel Kish, que perdeu a visão aos 13 anos e preside a organização Acesso ao Mundo para os Cegos.
A técnica envolve a emissão de estalos agudos com a língua para ouvir como eles reverberam nas superfícies próximas, ajudando um deficiente visual a localizar objetos e perceber seu tamanho - e seu posicionamento em relação a eles - pelo eco que eles produzem.
Técnicas semelhantes são usadas por animais como golfinhos e morcegos, mas como eles podem emitir sons muito mais agudos, sua percepção dos objetos é muito mais precisa e detalhada.
Segundo o jornal local Kent Messenger, Jamie será acompanhando por 12 meses por Kish, que dará ideias para seu treinamento. O especialista diz que a técnica ajuda a identificar objetos grandes, como prédios, a uma distância de até 100 metros.
Sua mãe, Debs Aspland, relatou uma ocasião em um parque, em que o filho conseguiu se desviar de uma cerca a tempo de evitar uma colisão.
O especialista, que treina pessoas no mundo todo, diz que 75% de seus “aprendizes” são crianças. Ele também pratica mountain bike e montanhismo, sempre utilizando a técnica
terça-feira, 27 de abril de 2010
Recurso de acessibilidade em TV digital deverá ser adotado a partir de julho!
Ministério das Comunicações determinou que as emissoras terão que transmitir no mínimo duas horas semanais de programação audiodescrita.
A partir de 1º de julho deste ano, as emissoras de televisão que têm licença para transmitir sua programação com a utilização da tecnologia digital terão 12 meses para fazer a integração do método de audiodescrição em sua grade.
A audiodescrição é um recurso que torna disponível um canal de áudio com a descrição de imagens e outras informações dos programas, promovendo a acessibilidade e a inclusão de pessoas com deficiência visual e intelectual.
Seguindo a alteração na Norma Complementar nº 01/2006, voltada a recursos de acessibilidade na programação televisiva, o Ministério das Comunicações estipulou que as emissoras terão de transmitir no mínimo duas horas semanais de programação audiodescrita.
No primeiro momento, o sistema deverá compreender os horários da 6h e 14h na programação de cada canal. De acordo com o Ministério das Comunicações, esse tempo será ampliado de forma gradativa, até que resulte em vinte horas semanais de conteúdo audiodescrito no prazo de 10 anos.
Para as emissoras que ainda não estão licenciadas para transmitir com tecnologia digital, os prazos passarão a valer após a data de expedição da licença para funcionamento da estação digital.
Fonte: MiniCom
A partir de 1º de julho deste ano, as emissoras de televisão que têm licença para transmitir sua programação com a utilização da tecnologia digital terão 12 meses para fazer a integração do método de audiodescrição em sua grade.
A audiodescrição é um recurso que torna disponível um canal de áudio com a descrição de imagens e outras informações dos programas, promovendo a acessibilidade e a inclusão de pessoas com deficiência visual e intelectual.
Seguindo a alteração na Norma Complementar nº 01/2006, voltada a recursos de acessibilidade na programação televisiva, o Ministério das Comunicações estipulou que as emissoras terão de transmitir no mínimo duas horas semanais de programação audiodescrita.
No primeiro momento, o sistema deverá compreender os horários da 6h e 14h na programação de cada canal. De acordo com o Ministério das Comunicações, esse tempo será ampliado de forma gradativa, até que resulte em vinte horas semanais de conteúdo audiodescrito no prazo de 10 anos.
Para as emissoras que ainda não estão licenciadas para transmitir com tecnologia digital, os prazos passarão a valer após a data de expedição da licença para funcionamento da estação digital.
Fonte: MiniCom
Formato DAISY 3.0 - Prof. Helder
Olá
Quando estive na REATECH 2010 participar da palestra da Fundação Dorina tenha sido, talvez, o ponto alto daquele dia. Entre as novidades e muitas outras coisas existiam por lá, e cada uma delas eu buscava uma aplicação na instituição ou na vida de nossos alunos, o projeto DAISY é o que traz melhor custo benefício para os alunos. A Fundação Dorina Nowill, de credibilidade indiscutível, faz jus à sua missão quando desenvolve de maneira muito competente esse projeto. Parabéns.
Para ler livros no formato DAISY é preciso de um Software especial. Esse sofware se chama DDREADER pode ser baixado GRATUITAMENTE do site da Fundação Dorina Nowill ( www.fundacaonorina.org.br/ddreader ) .
O DDReader foi desenvolvido pela Fundação Dorina Nowill para Cegos para integração total com os arquivos no formato Daisy 3.0, permitindo ajustes depreferências globais e interfaces personalizadas. Entre seus principais recursos estão:
- A instalação tem auxílio falado;
- Tutorial Incorporado ao Aplicativo;
- Acesso a todos os comandos pelo Teclado;
- Eco de comandos em voz sintetizada;
- Marcadores e anotações de usuário;
- Busca por palavras e expressões;
- Histórico da Leitura de Livros;
- Soletração das palavras do texto;
- Pronúncia correta de palavras em idiomas estrangeiros;
- Pronúncia expandida das abreviaturas do texto;
- Ampliação do texto na tela;
- Ajuste de preferências globais e por livro.
Além do programa, a Fundação Dorina disponibilizou também o livro: O Alienista de Machado de Assis em formato DAISY, para ser baixado gratuitamente.
Conheçam, apóiem e aproveitem o projeto!
Quando estive na REATECH 2010 participar da palestra da Fundação Dorina tenha sido, talvez, o ponto alto daquele dia. Entre as novidades e muitas outras coisas existiam por lá, e cada uma delas eu buscava uma aplicação na instituição ou na vida de nossos alunos, o projeto DAISY é o que traz melhor custo benefício para os alunos. A Fundação Dorina Nowill, de credibilidade indiscutível, faz jus à sua missão quando desenvolve de maneira muito competente esse projeto. Parabéns.
Para ler livros no formato DAISY é preciso de um Software especial. Esse sofware se chama DDREADER pode ser baixado GRATUITAMENTE do site da Fundação Dorina Nowill ( www.fundacaonorina.org.br/ddreader ) .
O DDReader foi desenvolvido pela Fundação Dorina Nowill para Cegos para integração total com os arquivos no formato Daisy 3.0, permitindo ajustes depreferências globais e interfaces personalizadas. Entre seus principais recursos estão:
- A instalação tem auxílio falado;
- Tutorial Incorporado ao Aplicativo;
- Acesso a todos os comandos pelo Teclado;
- Eco de comandos em voz sintetizada;
- Marcadores e anotações de usuário;
- Busca por palavras e expressões;
- Histórico da Leitura de Livros;
- Soletração das palavras do texto;
- Pronúncia correta de palavras em idiomas estrangeiros;
- Pronúncia expandida das abreviaturas do texto;
- Ampliação do texto na tela;
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Além do programa, a Fundação Dorina disponibilizou também o livro: O Alienista de Machado de Assis em formato DAISY, para ser baixado gratuitamente.
Conheçam, apóiem e aproveitem o projeto!
Livro Digital Acessível - DAISY
O que é Daisy (Digital Accessible Information System)
O livro no formato Daisy permite a navegação no texto escrito ou falado, por meio de um aplicativo de leitura instalado no computador, além da reprodução de arquivos de áudio em equipamentos específicos.
A produção de livros em formato Daisy 3.0 está alinhado ao processo global de acessibilidade para deficientes visuais e pessoas que apresentam algum tipo de limitação na leitura, como idosos, deficientes
físicos e disléxicos.
Esta é a principal característica dos livros em Daisy: disponibilizar informações de forma inclusiva, ou seja, para que todas as pessoas possam acessá-las.
A Fundação Dorina Nowill para Cegos disponibiliza gratuitamente livros em formato Daisy 3.0 para as pessoas com deficiência visual em todo o Brasil.
Solicite empréstimo gratuito das obras na Biblioteca Circulante da Fundação Dorina Nowill: (11) 5087-0960 / 5087-0991 ou biblioteca@fundacaodorina.org.br.
domingo, 25 de abril de 2010
País prepara regulamentação de cães-guia para cegos
O governo federal e o Inmetro estão finalizando a regulamentação dos centros de treinamento e da prática de treinadores autônomos de cães-guia. O trabalho é uma tentativa de aliviar o atual cenário no País, que tem 5,4 milhões de pessoas com perda grande de visão e apenas cerca de 70 animais treinados para auxiliar pessoas cegas. Apesar da transformação que o cachorro causa na vida do deficiente visual, conseguir um ainda é muito difícil no Brasil.
A previsão é que o decreto sobre a regulamentação seja consolidado neste semestre. "É a partir desse instrumento que vamos organizar tudo", disse Hélcio Rizzi, coordenador-geral de projetos da Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Em paralelo, a Universidade de São Paulo e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência estão definindo o projeto arquitetônico do prédio que abrigará a escola de instrução de animais e treinadores. Por ano, serão formados 25 instrutores e treinados 30 cães.
Estima-se que existam 12 mil pessoas nas filas de organizações não governamentais e centros de treinamento à espera por um cão. A International Guide Dog Federation, na Inglaterra, recomenda que eles sejam treinados e doados por instituições e escolas. Mas é possível comprá-los fora do País. Também há treinadores autônomos que cobram para instruir os animais.
Por causa dos custos elevados - o treinamento e o acompanhamento do animal custam, em média, R$ 25 mil -, os centros vivem de doações e realizam parcerias com empresas, em busca de patrocínio, e escolas estrangeiras. "Vender um cão é errado, porque normalmente quem necessita de um é quem precisa se virar, trabalhar, e não tem dinheiro para comprá-lo", afirmou o treinador Fabiano Pereira, da Escola de Cães-Guia Helen Keller, de Camboriú (SC). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, postada no UOL em 25/04/2010.
A previsão é que o decreto sobre a regulamentação seja consolidado neste semestre. "É a partir desse instrumento que vamos organizar tudo", disse Hélcio Rizzi, coordenador-geral de projetos da Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Em paralelo, a Universidade de São Paulo e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência estão definindo o projeto arquitetônico do prédio que abrigará a escola de instrução de animais e treinadores. Por ano, serão formados 25 instrutores e treinados 30 cães.
Estima-se que existam 12 mil pessoas nas filas de organizações não governamentais e centros de treinamento à espera por um cão. A International Guide Dog Federation, na Inglaterra, recomenda que eles sejam treinados e doados por instituições e escolas. Mas é possível comprá-los fora do País. Também há treinadores autônomos que cobram para instruir os animais.
Por causa dos custos elevados - o treinamento e o acompanhamento do animal custam, em média, R$ 25 mil -, os centros vivem de doações e realizam parcerias com empresas, em busca de patrocínio, e escolas estrangeiras. "Vender um cão é errado, porque normalmente quem necessita de um é quem precisa se virar, trabalhar, e não tem dinheiro para comprá-lo", afirmou o treinador Fabiano Pereira, da Escola de Cães-Guia Helen Keller, de Camboriú (SC). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo, postada no UOL em 25/04/2010.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Aplicativo para celular ajuda cegos e deficientes visuais
O LookTel é um software de assistência a cegos e deficientes visuais. Ele permite que celulares sejam usados para reconhecer e identificar de maneira audível objetos e locais quase instantaneamente. Veja o vídeo.
Após ser “ensinado”, ele parece funcionar de maneira rápida e precisa. Se o programa realmente funcionar como no vídeo, smartphones podem se transformar em bons e – a depender do preço – acessíveis assistentes para cegos e deficientes visuais.
http://www.gizmodo.com.br/conteudo/aplicativo-para-celular-ajuda-cegos-e-deficientes-visuais
Após ser “ensinado”, ele parece funcionar de maneira rápida e precisa. Se o programa realmente funcionar como no vídeo, smartphones podem se transformar em bons e – a depender do preço – acessíveis assistentes para cegos e deficientes visuais.
http://www.gizmodo.com.br/conteudo/aplicativo-para-celular-ajuda-cegos-e-deficientes-visuais
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Canticorum Jubilo
Canticorum jubilo, regi magno psali Te.
Iam resulten musica unda, tellus, sidera
Personantes organis, jubilate, plaudite.
Iam resulten musica unda, tellus, sidera
Personantes organis, jubilate, plaudite.
ADEVIRP/AMURP CONQUISTA 8 MEDALHAS NO CIRCUITO PARAOLIMPICO LOTERIAS CAIXA REALIZADO EM GOIÂNIA
Delegação de ATLETISMO e NATAÇÃO da ADEVIRP/AMURP ( Associação dos Deficientes Visuais de Ribeirão e Região e Associação da Mulher Unimed de Ribeirão Preto),chegaram de Goiânia desta segunda feira dia 12/04 do Circuito Paraolímpico Loterias Caixa trazendo na bagagem 8 medalhas.
Sirlei de Oliveira conquistou ouro nas provas de lançamento de dardo e disco na classe b3.
Maria El iene da Silva conquistou prata nos 100 metros rasos e bronze nos 200 metros na classe b2.
Daniele Carolina de Oliveira conquistou bronze no 100 metros rasos e salto em distância na classe b3.
Graziele Fialho conquistou bronze nos 400 metros fundos na classe b1.
As atletas tem o total apoio da Cava do Bosque sob o comando do técnico Carlos Eduardo Quaqui e dos atletas-guia Marluci dos Santos Fernandes,Marisa Belizário e Tiago Carlos Fernandes.
Cristiane Silva Ganime conquistou bronze nos 100 metros nado peito na classe b3,a atleta tem o total apoio da ACM e do SESI sob o comando da técnica Daniella Krauss.
Danielle e Maria Eliene conquistaram índice para próxima etapa nacional que será em Fortaleza/CE em maio.
Tudo isso só foi possível pela grande colaboração da AMURP, CAVA DO BOSQUE, ACM E SESI.
Sirlei de Oliveira conquistou ouro nas provas de lançamento de dardo e disco na classe b3.
Maria El iene da Silva conquistou prata nos 100 metros rasos e bronze nos 200 metros na classe b2.
Daniele Carolina de Oliveira conquistou bronze no 100 metros rasos e salto em distância na classe b3.
Graziele Fialho conquistou bronze nos 400 metros fundos na classe b1.
As atletas tem o total apoio da Cava do Bosque sob o comando do técnico Carlos Eduardo Quaqui e dos atletas-guia Marluci dos Santos Fernandes,Marisa Belizário e Tiago Carlos Fernandes.
Cristiane Silva Ganime conquistou bronze nos 100 metros nado peito na classe b3,a atleta tem o total apoio da ACM e do SESI sob o comando da técnica Daniella Krauss.
Danielle e Maria Eliene conquistaram índice para próxima etapa nacional que será em Fortaleza/CE em maio.
Tudo isso só foi possível pela grande colaboração da AMURP, CAVA DO BOSQUE, ACM E SESI.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Tecnologia Inclusiva
Novas tecnologias voltadas para pessoas com deficiência aumentam as possibilidades da educação inclusiva
São 9h e o expediente já começou na sala de escritório onde o labrador Simon, um cão de cinco anos, se esparrama em um colchonete. Alguém fala o seu nome e ele olha imediatamente, orelhas em pé. Dá uma piscadela. Simon está sempre atento. Não é um cão comum: é um guia. Há três anos acompanha Beto Pereira, que possui deficiência visual e trabalha naquela sala, onde funciona a Laratec, empresa que comercializa tecnologia assistiva para a inclusão de pessoas com deficiência. O lucro obtido nessa unidade de negócio colabora para a sustentabilidade da Laramara, a Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual.
Beto, 34 anos, nasceu com baixa capacidade de visão. Enxergou até os 13 anos e sempre estudou em escolar regular. Recorda as dificuldades que teve durante a vida escolar. O material didático tinha de ser adaptado. A leitura, sempre em braille. Com muito esforço, concluiu um curso técnico, já sem enxergar. Agora universitário do curso de Ciências Sociais, Beto afirma que a vida de estudante está mais acessível. "Leio 100 páginas de Marx numa tarde de sábado", diz.
Assim como os cães-guia permitem maior autonomia às pessoas cegas, os softwares desenvolvidos com o objetivo de potencializar a educação inclusiva possibilitam uma outra forma de agir diante dos livros, que podem ser lidos e ouvidos digitalmente. "Além de estudar, me informo. Leio as revistas Época e Veja todas as semanas", conta Beto, que trabalha o dia inteiro na frente de um computador. Ele utiliza o software Jaws, o qual lê o que surge na tela, inclusive as palavras que Beto digita. "Posso checar e-mails e enviar também, pois com a leitura em áudio a que tenho acesso, confirmo se o que escrevi está realmente certo", destaca.
A poucos metros de Beto está Leonardo Gleison, 22 anos. No Laratec, onde desempenha a função de técnico de suporte, ele trabalha há um ano e meio. Ao Laramara, chegou há quase 18. Deslocamento de retina foi a causa da perda total da visão, aos 15 anos. Desde os 4 anos, porém, quando fez transplante de córnea, Leonardo é acompanhado pela instituição. Ele também é usuário do Jaws, mas a tecnologia assistiva que mais lhe encanta chama-se "Talks". É um leitor de tela de celular. "Antes, eu recebia uma mensagem de texto e tinha de pedir para alguém ler. Hoje, tenho mais privacidade", conta.
A tecnologia assistiva não compreende, exclusivamente, aparatos eletrônicos e digitais. Uma bengala pode ser uma tecnologia assistiva, pois o termo designa qualquer recurso ou serviço que possa contribuir para proporcionar habilidades a pessoas com deficiência. Entretanto, as novas tecnologias vêm permitindo que softwares tenham um papel de destaque nessa área onde pesquisas e produtos desenvolvidos visam promover vida independente e inclusão.
Sivone de Souza, aluna do primeiro ano do Ensino Médio, completou 19 anos sem nunca ter navegado na internet ou explorado os programas de texto de um computador. Quando comemorar os 20, porém, tudo será diferente. Já está aprendendo, dentre outras coisas, a anexar arquivos nos e-mails. Nas aulas diárias que tem assistido no Laramara, ela utiliza softwares com o Dos Vox e o Jaws. Diferentemente de Beto Pereira e Leonardo, Sivone ainda não está totalmente familiarizada com os programas. Logo, sente dificuldades para acompanhar a leitura rápida da tela. "Mas já deu para aprender muito. Nunca imaginei que eu pudesse usar o computador sozinha", vibra a jovem, que possui retinose pigmentar, doença degenerativa da retina.
Nesse cenário, os processos educacionais podem se tornar mais prazerosos para professor e aluno. Mas, como destaca a socióloga Marta Almeida Gil, organizadora do livro "Educação Inclusiva, o que o professor tem a ver com isso?", é necessário que o educador esteja pronto para lidar com as deficiências em sala de aula e, mais que isso, para pensar, de uma forma diferente, o desenvolvimento dos alunos que as apresentam.
"Tem que haver uma adequação dos currículos. Pode-se fazer isso de diversas formas. O professor não precisa abandonar 35 alunos da sala e olhar apenas para um, mas precisa ter a preocupação de promover a máxima integração daquele aluno em sala. Se um garoto, por exemplo, só pode digitar no computador com os pés, que ele faça isso, então, apoiado pelo professor, que tem de estar preparado para demonstrar à turma que o preconceito não pode existir".
Marta relembra uma reunião com um diretor de uma escola de São Paulo. Conta que ele se referia à sala dos meninos com deficiência como "a sala dos bobinhos". "Toda comunidade escolar é educadora. Do diretor à merendeira. E, se vemos uma atitude dessa, já podemos prever o quanto aqueles alunos estarão expostos ao preconceito", comenta a socióloga.
Coordenadora da Rede Saci, Ana Maria Barbosa enxerga as novas tecnologias como ferramentas que podem não somente promover uma educação inclusiva mais ampla como ainda fazer com que as pessoas com deficiência participem da construção do conhecimento. "Os ambientes virtuais possibilitam que todos sejam atores, e isso vale para qualquer pessoa, aquelas que enxergam ou não, que escutam ou não, enfim, para todos", diz.
Na Rede Saci, criada há 10 anos a partir de uma parceria entre a Coordenadoria Executiva de Cooperação Universitária e de Atividades Especiais da USP, a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, o Amankay Instituto de Estudos e Pesquisa e a UFRJ, os vieses físico, social e humano da acessibilidade têm o mesmo peso. O objetivo é fazer com que essa rede social seja um ambiente sem as barreiras às que as pessoas com deficiência estão acostumadas a encontrar no mundo real.
"Entre outras coisas, temos listas de discussões e espaço para o 'repórter saci', que pode ser qualquer um que queira mandar o relato de uma viagem e destacar qual o nível de acessibilidade dos lugares visitados, quais as dificuldades encontradas etc.", conta Ana Maria. Para ter igualdade, afirma a coordenadora, é preciso destacar as diferenças. Por isso, ao se falar em redes sociais, é importante pensar naqueles que têm deficiências no momento da definição do design da rede
Procedimentos simples, como evitar o uso de flash e de qualquer recurso que necessite que o internauta execute muitos passos do percurso da navegação, fazem grande diferença. O mais acessível é que todo processamento seja feito no servidor. Utilizar o que se chama de "alternate name" em todas as figuras existentes em uma página da web também é fundamental quando se pensa em inclusão digital, pois esse recurso permitirá a leitura das imagens quando browsers especiais, utilizados por cegos, passarem pelas mesmas.
As redes sociais, segundo Regina Atalla, presidente da Rede Latino-Americana de ONGs de Pessoas com Deficiência e suas Famílias, são ferramentas fundamentais para o desenvolvimento de qualquer ação coletiva nos dias atuais. "Nas redes, aumentamos o poder de ação para estabelecer parcerias e ampliar o índice de cobertura assistencial". Regina, entretanto, frisou que a escola ainda é o espaço mais longo de convivência que temos, e por isso é inadmissível tantas crianças com deficiência estejam fora dela porque não encontram sistema educativo e espaço físico adequados.
Pesquisa do IBGE realizada há cinco anos mostrou que entre crianças e adolescentes brasileiros de 0 a 17 anos, cerca de 2,9 milhões têm alguma deficiência. Pelas estatísticas da Secretaria de Educação Especial, apenas 448.601 dessas estavam matriculadas em creches, pré-escolas, ensino fundamental e médio da rede pública e do ensino particular.
As tecnologias assistivas podem ajudar a incrementar esse número, mas, como destaca o professor de Informática da Laramara, William Rodrigues, a tecnologia, por si só, não promove a inclusão das pessoas com deficiência. "Muitos outros fatores têm que estar atrelados, como a disposição da sociedade de pensar na acessibilidade de forma constante", diz.
São 9h e o expediente já começou na sala de escritório onde o labrador Simon, um cão de cinco anos, se esparrama em um colchonete. Alguém fala o seu nome e ele olha imediatamente, orelhas em pé. Dá uma piscadela. Simon está sempre atento. Não é um cão comum: é um guia. Há três anos acompanha Beto Pereira, que possui deficiência visual e trabalha naquela sala, onde funciona a Laratec, empresa que comercializa tecnologia assistiva para a inclusão de pessoas com deficiência. O lucro obtido nessa unidade de negócio colabora para a sustentabilidade da Laramara, a Associação Brasileira de Assistência ao Deficiente Visual.
Beto, 34 anos, nasceu com baixa capacidade de visão. Enxergou até os 13 anos e sempre estudou em escolar regular. Recorda as dificuldades que teve durante a vida escolar. O material didático tinha de ser adaptado. A leitura, sempre em braille. Com muito esforço, concluiu um curso técnico, já sem enxergar. Agora universitário do curso de Ciências Sociais, Beto afirma que a vida de estudante está mais acessível. "Leio 100 páginas de Marx numa tarde de sábado", diz.
Assim como os cães-guia permitem maior autonomia às pessoas cegas, os softwares desenvolvidos com o objetivo de potencializar a educação inclusiva possibilitam uma outra forma de agir diante dos livros, que podem ser lidos e ouvidos digitalmente. "Além de estudar, me informo. Leio as revistas Época e Veja todas as semanas", conta Beto, que trabalha o dia inteiro na frente de um computador. Ele utiliza o software Jaws, o qual lê o que surge na tela, inclusive as palavras que Beto digita. "Posso checar e-mails e enviar também, pois com a leitura em áudio a que tenho acesso, confirmo se o que escrevi está realmente certo", destaca.
A poucos metros de Beto está Leonardo Gleison, 22 anos. No Laratec, onde desempenha a função de técnico de suporte, ele trabalha há um ano e meio. Ao Laramara, chegou há quase 18. Deslocamento de retina foi a causa da perda total da visão, aos 15 anos. Desde os 4 anos, porém, quando fez transplante de córnea, Leonardo é acompanhado pela instituição. Ele também é usuário do Jaws, mas a tecnologia assistiva que mais lhe encanta chama-se "Talks". É um leitor de tela de celular. "Antes, eu recebia uma mensagem de texto e tinha de pedir para alguém ler. Hoje, tenho mais privacidade", conta.
A tecnologia assistiva não compreende, exclusivamente, aparatos eletrônicos e digitais. Uma bengala pode ser uma tecnologia assistiva, pois o termo designa qualquer recurso ou serviço que possa contribuir para proporcionar habilidades a pessoas com deficiência. Entretanto, as novas tecnologias vêm permitindo que softwares tenham um papel de destaque nessa área onde pesquisas e produtos desenvolvidos visam promover vida independente e inclusão.
Sivone de Souza, aluna do primeiro ano do Ensino Médio, completou 19 anos sem nunca ter navegado na internet ou explorado os programas de texto de um computador. Quando comemorar os 20, porém, tudo será diferente. Já está aprendendo, dentre outras coisas, a anexar arquivos nos e-mails. Nas aulas diárias que tem assistido no Laramara, ela utiliza softwares com o Dos Vox e o Jaws. Diferentemente de Beto Pereira e Leonardo, Sivone ainda não está totalmente familiarizada com os programas. Logo, sente dificuldades para acompanhar a leitura rápida da tela. "Mas já deu para aprender muito. Nunca imaginei que eu pudesse usar o computador sozinha", vibra a jovem, que possui retinose pigmentar, doença degenerativa da retina.
Nesse cenário, os processos educacionais podem se tornar mais prazerosos para professor e aluno. Mas, como destaca a socióloga Marta Almeida Gil, organizadora do livro "Educação Inclusiva, o que o professor tem a ver com isso?", é necessário que o educador esteja pronto para lidar com as deficiências em sala de aula e, mais que isso, para pensar, de uma forma diferente, o desenvolvimento dos alunos que as apresentam.
"Tem que haver uma adequação dos currículos. Pode-se fazer isso de diversas formas. O professor não precisa abandonar 35 alunos da sala e olhar apenas para um, mas precisa ter a preocupação de promover a máxima integração daquele aluno em sala. Se um garoto, por exemplo, só pode digitar no computador com os pés, que ele faça isso, então, apoiado pelo professor, que tem de estar preparado para demonstrar à turma que o preconceito não pode existir".
Marta relembra uma reunião com um diretor de uma escola de São Paulo. Conta que ele se referia à sala dos meninos com deficiência como "a sala dos bobinhos". "Toda comunidade escolar é educadora. Do diretor à merendeira. E, se vemos uma atitude dessa, já podemos prever o quanto aqueles alunos estarão expostos ao preconceito", comenta a socióloga.
Coordenadora da Rede Saci, Ana Maria Barbosa enxerga as novas tecnologias como ferramentas que podem não somente promover uma educação inclusiva mais ampla como ainda fazer com que as pessoas com deficiência participem da construção do conhecimento. "Os ambientes virtuais possibilitam que todos sejam atores, e isso vale para qualquer pessoa, aquelas que enxergam ou não, que escutam ou não, enfim, para todos", diz.
Na Rede Saci, criada há 10 anos a partir de uma parceria entre a Coordenadoria Executiva de Cooperação Universitária e de Atividades Especiais da USP, a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, o Amankay Instituto de Estudos e Pesquisa e a UFRJ, os vieses físico, social e humano da acessibilidade têm o mesmo peso. O objetivo é fazer com que essa rede social seja um ambiente sem as barreiras às que as pessoas com deficiência estão acostumadas a encontrar no mundo real.
"Entre outras coisas, temos listas de discussões e espaço para o 'repórter saci', que pode ser qualquer um que queira mandar o relato de uma viagem e destacar qual o nível de acessibilidade dos lugares visitados, quais as dificuldades encontradas etc.", conta Ana Maria. Para ter igualdade, afirma a coordenadora, é preciso destacar as diferenças. Por isso, ao se falar em redes sociais, é importante pensar naqueles que têm deficiências no momento da definição do design da rede
Procedimentos simples, como evitar o uso de flash e de qualquer recurso que necessite que o internauta execute muitos passos do percurso da navegação, fazem grande diferença. O mais acessível é que todo processamento seja feito no servidor. Utilizar o que se chama de "alternate name" em todas as figuras existentes em uma página da web também é fundamental quando se pensa em inclusão digital, pois esse recurso permitirá a leitura das imagens quando browsers especiais, utilizados por cegos, passarem pelas mesmas.
As redes sociais, segundo Regina Atalla, presidente da Rede Latino-Americana de ONGs de Pessoas com Deficiência e suas Famílias, são ferramentas fundamentais para o desenvolvimento de qualquer ação coletiva nos dias atuais. "Nas redes, aumentamos o poder de ação para estabelecer parcerias e ampliar o índice de cobertura assistencial". Regina, entretanto, frisou que a escola ainda é o espaço mais longo de convivência que temos, e por isso é inadmissível tantas crianças com deficiência estejam fora dela porque não encontram sistema educativo e espaço físico adequados.
Pesquisa do IBGE realizada há cinco anos mostrou que entre crianças e adolescentes brasileiros de 0 a 17 anos, cerca de 2,9 milhões têm alguma deficiência. Pelas estatísticas da Secretaria de Educação Especial, apenas 448.601 dessas estavam matriculadas em creches, pré-escolas, ensino fundamental e médio da rede pública e do ensino particular.
As tecnologias assistivas podem ajudar a incrementar esse número, mas, como destaca o professor de Informática da Laramara, William Rodrigues, a tecnologia, por si só, não promove a inclusão das pessoas com deficiência. "Muitos outros fatores têm que estar atrelados, como a disposição da sociedade de pensar na acessibilidade de forma constante", diz.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
USP cria sistema que ensina linguagem Braille na Web
Curso on-line é baseado em animações gráficas e destinado à difusão e ensino do sistema Braille a pessoas que vêem.
A Universidade de São Paulo criou o Braille Virtual, um curso on-line baseado em animações gráficas e destinado à difusão e ensino do sistema Braille a pessoas que vêem.
Segundo a USP, o curso é dividido em módulos que podem ser baixados do site Braille Virtual. Com os símbolos divididos em grupos de 10, o usuário poderá
perceber primeiramente quais pontos formam cada letra Braille. Num segundo momento há a repetição de cada letra, no intuito de facilitar a memorização. Terminada a animação, o usuário pode clicar em cada célula Braille disposta para repetir o aprendizado.
O Braille Virtual é um curso livre e não oferece certificado. Para saber mais, acesse: http://www.braillevirtual.fe.usp.br/pt/index.html
A Universidade de São Paulo criou o Braille Virtual, um curso on-line baseado em animações gráficas e destinado à difusão e ensino do sistema Braille a pessoas que vêem.
Segundo a USP, o curso é dividido em módulos que podem ser baixados do site Braille Virtual. Com os símbolos divididos em grupos de 10, o usuário poderá
perceber primeiramente quais pontos formam cada letra Braille. Num segundo momento há a repetição de cada letra, no intuito de facilitar a memorização. Terminada a animação, o usuário pode clicar em cada célula Braille disposta para repetir o aprendizado.
O Braille Virtual é um curso livre e não oferece certificado. Para saber mais, acesse: http://www.braillevirtual.fe.usp.br/pt/index.html
Leve sua criança cega para a cozinha, mamãe!
Mulher cega, através da própria história de vida, salienta a importância do aprendizado na cozinha para crianças com deficiência visual e da independência que a experiência pode lhes proporcionar
Comentário SACI: Tradução livre de Sonia B. Hoffmann.
Preparar cereais e leite para o café da manhã. Preparar um sanduíche de manteiga de amendoim para um lanche depois da escola. Preparar uma xícara de chocolate quente antes de dormir. São estas coisas que crianças com visão normal fazem por si? Claro que são. Sua criança cega pode fazer essas coisas para si mesma? Se não, é hora de você considerar as consequências de não permitir que ela ajude na cozinha. Acredito sem dúvida que uma pessoa cega deve ter muitas experiências humanamente possíveis e que isso é especialmente verdadeiro para crianças cegas. Se o seu filho ou filha está em casa, ou se está em um internato, é vital para a sua futura independência que lhe seja fornecido treinamento adequado na cozinha. Tais experiências devem começar em uma idade muito precoce.
Minha própria experiência me proporcionou uma compreensão clara de como, muitas vezes, pais e professores bem intencionados afastam crianças cegas de participar do dia-a-dia da cozinha. Eu sou cega, e cresci em uma escola residencial. Nada era esperado de mim. Ia para a sala de jantar, comia minhas refeições, sacudia as migalhas das minhas saias, e subia as escadas para a prática do piano ou leitura de um livro. Em casa, uma agenda ocupada não permitia a oportunidade para eu aprender a cozinhar e minha mãe não esperava me ajudar com as tarefas de cozinha. Depois de concluir meus estudos e me tornar uma dona de casa bem sucedida (com muito ensaio e erro), tive a oportunidade de ensinar economia doméstica para alunos cegos no Centro Adulto de Orientação e Ajustamento, na Comissão de Cegos de Iowa.
Muitos dos jovens com quem trabalhei, ao ensinar na Comissão de Iowa para Cegos, eram formados do ensino médio. A maioria deles sabia muito pouco sobre a cozinha. Eles tinham tido economia doméstica, mas a maioria nunca havia preparado nada. Especialmente os homens. Eu tinha um jovem que, quando lhe foi solicitado para trazer me o pote de café, trouxe-me, em seu lugar, o liquidificador. Ele realmente não sabia o que um pote de café parecia. Ele realmente ficou satisfeito com o privilégio de abrir a geladeira e encontrar as coisas para o almoço. Fazer um sanduíche era algo que ele nunca tinha sido autorizado a fazer. Descobri que alguns dos meus alunos pensavam que sabiam como fazer rosquinhas, mas quando o projeto real foi realizado, verifiquei que somente tinha sido permitido a eles passarem estas rosquinhas no açúcar. Tinham sido enganados sem uma "experiência real". Isto ilustra apenas um exemplo dos inúmeros equívocos realizados por muitos alunos cegos.
Muitos dos meus alunos tinham vergonha de admitir que eles eram tão empobrecidos em experiências da cozinha, e diria que eles sabiam como fazer algo, quando realmente não tinham ideia de por onde começarem. Uma menina insistiu que sabia como bater o creme para uma salada de frutas. No entanto, ela começou a derramar o creme de leite fresco sobre a fruta, ligou a batedeira, e acabou espalhando a cobertura de creme com frutas por toda a cozinha. Alguns estudantes tiveram problemas para servirem-se e limpar-se após as refeições, para não mencionar cozinhar esta refeição.
Tudo isso é para dizer que, abaixo do nível satisfatório, tem sido negado a eles muitas experiências. Quando permitido o privilégio de um treinamento adequado e oportunidade, aprenderam rapidamente estas tarefas comuns do dia-a-dia. Avidamente, tentam superar-se em relação a aqueles alunos que receberam estas habilidades como auxílio. Eu sinto que é errado não esperar que todas as crianças de uma família possam contribuir para o funcionamento e manutenção de uma casa. Uma das minhas melhores alunas, a filha de uma mãe cega, não somente foi permitida na cozinha, mas dela foi esperado sua coparticipação regular.
Estava na cozinha da casa, tinha embasamento suficiente de experiências e possuía confiança de sucesso em qualquer empreendimento culinário. As crianças cegas devem compartilhar as coisas da cozinha. Mostre e ensine a ela os grandes acontecimentos da cozinha a partir das coisas divertidas até as enfadonhas. Ela não deve ser poupada mais do que qualquer criança com visão. Não deixe sua criança crescer pensando que o pão é assado quando toca o teto do forno, não sendo capaz de identificar e utilizar pequenos instrumentos de cozinha, sem saber o que um litro de leite parece, ou não saber como espalhar a manteiga em seu pão. O tempo que você despende com o ensino destas competências é um investimento no futuro do seu filho.
Usando o fogão, forno ou frigideira elétrica
O iniciante frita um ovo e o cozinheiro experiente frita vários ovos separadamente, em uma frigideira, usar um anel de ovo para cada ovo. Remover a parte superior e inferior de uma lata pequena de atum ou abacaxi, deixando um anel de metal acima de uma e uma e meia polegada de altura e três polegadas de diâmetro. Este anel é colocado na panela e o ovo é quebrado dentro dele. Quando o ovo ficar firme o suficiente para manter sua forma, o anel é retirado.
Limpeza
Frequentemente, a necessidade da limpeza ou da lavagem pode ser sentida tatilmente. É importante, contudo, antecipar a poeira que não pode ser prontamente notada e fazer uma limpeza geral rotineira tal como limpar todo o balcão depois de fazer a mistura sobre ele. Limpando uma superfície, como o balcão ou o chão, um planejamento de abordagem é muito importante: limpe em tiras ou faixas em vez de pontos casuais aqui e ali.
Conclusão
Uma atitude positiva é essencial para o sucesso. Se você realmente acredita que o cozinheiro cego necessariamente passa por muitos riscos de segurança, precisa de uma grande quantidade de equipamentos especiais, tem somente um repertório limitado e elabora produtos questionáveis, então você vai fazer um mau trabalho. Se você realmente acredita que o cozinheiro cego pode escolher entre vários métodos para trabalhar com todos os tipos de alimentos e produzir produtos de alta qualidade, então você vai encontrar um caminho de sucesso.
Tempo de alimentação. Tempo de aprendizagem
O seguinte é reproduzido com a permissão do Boletim VIP, Julho de 1982. O Boletim VIP é uma publicação do Instituto Internacional para deficientes visuais, 0-7, Inc., 1975 Rutgers, East Lansing, MI 48823.
Na época em que sua criança começa a alimentar-se por si mesma, mais aprendizagens de experiências tornam-se possíveis. Se você parar e pensar por um minuto será capaz de pensar em muitas oportunidades de aprendizagens na cozinha. Por causa do tempo que muitas famílias despendem na cozinha, ela é uma natural sala de aula para qualquer criança. Na maioria das famílias, um ou mais membros despendem tempo na cozinha preparando e servindo refeições. Compartilhando este tempo com uma jovem criança com deficiência visual, apresentamos outra aprendizagem para a criança e oferecemos mais oportunidades de amadurecimento.
Conceitos de Cozinha
Quente/Frio: Comece a identificar alimentos quentes e frios para sua criança a fim de ajudá-la a associar a sensação tátil com o rótulo. Contraste o ar frio do refrigerador com a temperatura elevada da porta o forno. Vegetais gelados são frios e crocantes, mas você usualmente os come quente.
Olfato/Paladar: Introduza a criança na variedade dos diferentes aromas associados com a cozinha - ou odores dos temperos e alimentos crus, em cozimento ou cozidos. Ajude-a a começar a associar um aroma com o nome, sabor ou à sensação tátil. Como uma laranja cheira antes de descascada? Como ela parece? Que tal um ovo? Uma cebola?
Guardando/Empilhando: Providencie para a criança um local na cozinha no qual ela tenha acesso a um sortimento de vasilhas, panelas, utensílios plásticos de cozinha. Quando o entretenimento acabar, ajude-a a guardar os objetos. Assim que estiver mais velha, ela pode ajudar a empilhar e guardar os pratos limpos.
Aprendendo sobre o espaço: Um excelente jogo para a cadeira alta é fazer cair objetos no chão. Isto pode ser desolador para os pais - especialmente quando é uma xícara de leite que bate contra o chão. Contudo, a queda de objetos é um modo da criança aprender sobre o espaço ao seu redor (que distância tem o chão? Quais os diferentes sons quando um objeto é atirado ao chão? Para onde eles vão?). A criança precisará aprender que muitas coisas (bolas) podem ser jogadas e que outras (alimentos) ficam na bandeja. Alguns pais amarram um pedaço de elástico comprido ao brinquedo e a outra extremidade na cadeira alta para eliminar as perpétuas recolhas. Se você tentar isto, esteja certo de que um adulto está por perto para prevenir acidentes.
Experimentação: Quando a criança estiver sentada em sua cadeira, entretida com objetos ou pedaços de alimentos perto de suas mãos, a encoraje a buscar do porquê de estarem lá. Por exemplo: um cubo de gelo dentro de uma xícara, pequenos pedaços de alimentos crus, um conjunto de colheres plásticas de medição, utensílios plásticos de formas estranhas, diversas tampas de panelas.
Comentário SACI: Tradução livre de Sonia B. Hoffmann.
Ruth Schroeder
Preparar cereais e leite para o café da manhã. Preparar um sanduíche de manteiga de amendoim para um lanche depois da escola. Preparar uma xícara de chocolate quente antes de dormir. São estas coisas que crianças com visão normal fazem por si? Claro que são. Sua criança cega pode fazer essas coisas para si mesma? Se não, é hora de você considerar as consequências de não permitir que ela ajude na cozinha. Acredito sem dúvida que uma pessoa cega deve ter muitas experiências humanamente possíveis e que isso é especialmente verdadeiro para crianças cegas. Se o seu filho ou filha está em casa, ou se está em um internato, é vital para a sua futura independência que lhe seja fornecido treinamento adequado na cozinha. Tais experiências devem começar em uma idade muito precoce.
Minha própria experiência me proporcionou uma compreensão clara de como, muitas vezes, pais e professores bem intencionados afastam crianças cegas de participar do dia-a-dia da cozinha. Eu sou cega, e cresci em uma escola residencial. Nada era esperado de mim. Ia para a sala de jantar, comia minhas refeições, sacudia as migalhas das minhas saias, e subia as escadas para a prática do piano ou leitura de um livro. Em casa, uma agenda ocupada não permitia a oportunidade para eu aprender a cozinhar e minha mãe não esperava me ajudar com as tarefas de cozinha. Depois de concluir meus estudos e me tornar uma dona de casa bem sucedida (com muito ensaio e erro), tive a oportunidade de ensinar economia doméstica para alunos cegos no Centro Adulto de Orientação e Ajustamento, na Comissão de Cegos de Iowa.
Muitos dos jovens com quem trabalhei, ao ensinar na Comissão de Iowa para Cegos, eram formados do ensino médio. A maioria deles sabia muito pouco sobre a cozinha. Eles tinham tido economia doméstica, mas a maioria nunca havia preparado nada. Especialmente os homens. Eu tinha um jovem que, quando lhe foi solicitado para trazer me o pote de café, trouxe-me, em seu lugar, o liquidificador. Ele realmente não sabia o que um pote de café parecia. Ele realmente ficou satisfeito com o privilégio de abrir a geladeira e encontrar as coisas para o almoço. Fazer um sanduíche era algo que ele nunca tinha sido autorizado a fazer. Descobri que alguns dos meus alunos pensavam que sabiam como fazer rosquinhas, mas quando o projeto real foi realizado, verifiquei que somente tinha sido permitido a eles passarem estas rosquinhas no açúcar. Tinham sido enganados sem uma "experiência real". Isto ilustra apenas um exemplo dos inúmeros equívocos realizados por muitos alunos cegos.
Muitos dos meus alunos tinham vergonha de admitir que eles eram tão empobrecidos em experiências da cozinha, e diria que eles sabiam como fazer algo, quando realmente não tinham ideia de por onde começarem. Uma menina insistiu que sabia como bater o creme para uma salada de frutas. No entanto, ela começou a derramar o creme de leite fresco sobre a fruta, ligou a batedeira, e acabou espalhando a cobertura de creme com frutas por toda a cozinha. Alguns estudantes tiveram problemas para servirem-se e limpar-se após as refeições, para não mencionar cozinhar esta refeição.
Tudo isso é para dizer que, abaixo do nível satisfatório, tem sido negado a eles muitas experiências. Quando permitido o privilégio de um treinamento adequado e oportunidade, aprenderam rapidamente estas tarefas comuns do dia-a-dia. Avidamente, tentam superar-se em relação a aqueles alunos que receberam estas habilidades como auxílio. Eu sinto que é errado não esperar que todas as crianças de uma família possam contribuir para o funcionamento e manutenção de uma casa. Uma das minhas melhores alunas, a filha de uma mãe cega, não somente foi permitida na cozinha, mas dela foi esperado sua coparticipação regular.
Estava na cozinha da casa, tinha embasamento suficiente de experiências e possuía confiança de sucesso em qualquer empreendimento culinário. As crianças cegas devem compartilhar as coisas da cozinha. Mostre e ensine a ela os grandes acontecimentos da cozinha a partir das coisas divertidas até as enfadonhas. Ela não deve ser poupada mais do que qualquer criança com visão. Não deixe sua criança crescer pensando que o pão é assado quando toca o teto do forno, não sendo capaz de identificar e utilizar pequenos instrumentos de cozinha, sem saber o que um litro de leite parece, ou não saber como espalhar a manteiga em seu pão. O tempo que você despende com o ensino destas competências é um investimento no futuro do seu filho.
Usando o fogão, forno ou frigideira elétrica
O iniciante frita um ovo e o cozinheiro experiente frita vários ovos separadamente, em uma frigideira, usar um anel de ovo para cada ovo. Remover a parte superior e inferior de uma lata pequena de atum ou abacaxi, deixando um anel de metal acima de uma e uma e meia polegada de altura e três polegadas de diâmetro. Este anel é colocado na panela e o ovo é quebrado dentro dele. Quando o ovo ficar firme o suficiente para manter sua forma, o anel é retirado.
Limpeza
Frequentemente, a necessidade da limpeza ou da lavagem pode ser sentida tatilmente. É importante, contudo, antecipar a poeira que não pode ser prontamente notada e fazer uma limpeza geral rotineira tal como limpar todo o balcão depois de fazer a mistura sobre ele. Limpando uma superfície, como o balcão ou o chão, um planejamento de abordagem é muito importante: limpe em tiras ou faixas em vez de pontos casuais aqui e ali.
Conclusão
Uma atitude positiva é essencial para o sucesso. Se você realmente acredita que o cozinheiro cego necessariamente passa por muitos riscos de segurança, precisa de uma grande quantidade de equipamentos especiais, tem somente um repertório limitado e elabora produtos questionáveis, então você vai fazer um mau trabalho. Se você realmente acredita que o cozinheiro cego pode escolher entre vários métodos para trabalhar com todos os tipos de alimentos e produzir produtos de alta qualidade, então você vai encontrar um caminho de sucesso.
Tempo de alimentação. Tempo de aprendizagem
O seguinte é reproduzido com a permissão do Boletim VIP, Julho de 1982. O Boletim VIP é uma publicação do Instituto Internacional para deficientes visuais, 0-7, Inc., 1975 Rutgers, East Lansing, MI 48823.
Na época em que sua criança começa a alimentar-se por si mesma, mais aprendizagens de experiências tornam-se possíveis. Se você parar e pensar por um minuto será capaz de pensar em muitas oportunidades de aprendizagens na cozinha. Por causa do tempo que muitas famílias despendem na cozinha, ela é uma natural sala de aula para qualquer criança. Na maioria das famílias, um ou mais membros despendem tempo na cozinha preparando e servindo refeições. Compartilhando este tempo com uma jovem criança com deficiência visual, apresentamos outra aprendizagem para a criança e oferecemos mais oportunidades de amadurecimento.
Conceitos de Cozinha
Quente/Frio: Comece a identificar alimentos quentes e frios para sua criança a fim de ajudá-la a associar a sensação tátil com o rótulo. Contraste o ar frio do refrigerador com a temperatura elevada da porta o forno. Vegetais gelados são frios e crocantes, mas você usualmente os come quente.
Olfato/Paladar: Introduza a criança na variedade dos diferentes aromas associados com a cozinha - ou odores dos temperos e alimentos crus, em cozimento ou cozidos. Ajude-a a começar a associar um aroma com o nome, sabor ou à sensação tátil. Como uma laranja cheira antes de descascada? Como ela parece? Que tal um ovo? Uma cebola?
Guardando/Empilhando: Providencie para a criança um local na cozinha no qual ela tenha acesso a um sortimento de vasilhas, panelas, utensílios plásticos de cozinha. Quando o entretenimento acabar, ajude-a a guardar os objetos. Assim que estiver mais velha, ela pode ajudar a empilhar e guardar os pratos limpos.
Aprendendo sobre o espaço: Um excelente jogo para a cadeira alta é fazer cair objetos no chão. Isto pode ser desolador para os pais - especialmente quando é uma xícara de leite que bate contra o chão. Contudo, a queda de objetos é um modo da criança aprender sobre o espaço ao seu redor (que distância tem o chão? Quais os diferentes sons quando um objeto é atirado ao chão? Para onde eles vão?). A criança precisará aprender que muitas coisas (bolas) podem ser jogadas e que outras (alimentos) ficam na bandeja. Alguns pais amarram um pedaço de elástico comprido ao brinquedo e a outra extremidade na cadeira alta para eliminar as perpétuas recolhas. Se você tentar isto, esteja certo de que um adulto está por perto para prevenir acidentes.
Experimentação: Quando a criança estiver sentada em sua cadeira, entretida com objetos ou pedaços de alimentos perto de suas mãos, a encoraje a buscar do porquê de estarem lá. Por exemplo: um cubo de gelo dentro de uma xícara, pequenos pedaços de alimentos crus, um conjunto de colheres plásticas de medição, utensílios plásticos de formas estranhas, diversas tampas de panelas.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
30 Dicas para Escrever Bem
30 Dicas para Escrever Bem
Autor: Professor João Pedro da UNICAMP
1. Deve evitar ao máx. A utiliz. De abrev., etc.
2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.
5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??...então valeu!
9. Palavras de baixo calão, porra, podem transformar o seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.
11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: "Quem cita os outros não tem ideias próprias".
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-las-ei!"
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das exclamações! Nunca!!! O seu texto fica horrível!!!!!
25. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais
Curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.
28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação
De que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando
Em não estar falando desta maneira irritante. (Esta é a minha favorita...
EU ODEIO GERUNDISMO!)
29. Outra barbaridade que tu deves evitar chê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, carajo! ..nada de mandar
Esse trem...vixi..entendeu bichinho?
30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá aguentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.
Fonte: http://www.adeva.org.br/
Autor: Professor João Pedro da UNICAMP
1. Deve evitar ao máx. A utiliz. De abrev., etc.
2. É desnecessário fazer-se empregar de um estilo de escrita demasiadamente rebuscado. Tal prática advém de esmero excessivo que raia o exibicionismo narcisístico.
3. Anule aliterações altamente abusivas.
4. não esqueça as maiúsculas no inicio das frases.
5. Evite lugares-comuns como o diabo foge da cruz.
6. O uso de parêntesis (mesmo quando for relevante) é desnecessário.
7. Estrangeirismos estão out; palavras de origem portuguesa estão in.
8. Evite o emprego de gíria, mesmo que pareça nice, sacou??...então valeu!
9. Palavras de baixo calão, porra, podem transformar o seu texto numa merda.
10. Nunca generalize: generalizar é um erro em todas as situações.
11. Evite repetir a mesma palavra pois essa palavra vai ficar uma palavra repetitiva. A repetição da palavra vai fazer com que a palavra repetida desqualifique o texto onde a palavra se encontra repetida.
12. Não abuse das citações. Como costuma dizer um amigo meu: "Quem cita os outros não tem ideias próprias".
13. Frases incompletas podem causar
14. Não seja redundante, não é preciso dizer a mesma coisa de formas diferentes; isto é, basta mencionar cada argumento uma só vez, ou por outras palavras, não repita a mesma idéia várias vezes.
15. Seja mais ou menos específico.
16. Frases com apenas uma palavra? Jamais!
17. A voz passiva deve ser evitada.
18. Utilize a pontuação corretamente o ponto e a vírgula pois a frase poderá ficar sem sentido especialmente será que ninguém mais sabe utilizar o ponto de interrogação
19. Quem precisa de perguntas retóricas?
20. Conforme recomenda a A.G.O.P, nunca use siglas desconhecidas.
21. Exagerar é cem milhões de vezes pior do que a moderação.
22. Evite mesóclises. Repita comigo: "mesóclises: evitá-las-ei!"
23. Analogias na escrita são tão úteis quanto chifres numa galinha.
24. Não abuse das exclamações! Nunca!!! O seu texto fica horrível!!!!!
25. Evite frases exageradamente longas pois estas dificultam a compreensão da idéia nelas contida e, por conterem mais que uma idéia central, o que nem sempre torna o seu conteúdo acessível, forçam, desta forma, o pobre leitor a separá-la nos seus diversos componentes de forma a torná-las compreensíveis, o que não deveria ser, afinal de contas, parte do processo da leitura, hábito que devemos estimular através do uso de frases mais
Curtas.
26. Cuidado com a hortografia, para não estrupar a língúa portuguêza.
27. Seja incisivo e coerente, ou não.
28. Não fique escrevendo (nem falando) no gerúndio. Você vai estar deixando seu texto pobre e estar causando ambigüidade, com certeza você vai estar deixando o conteúdo esquisito, vai estar ficando com a sensação
De que as coisas ainda estão acontecendo. E como você vai estar lendo este texto, tenho certeza que você vai estar prestando atenção e vai estar repassando aos seus amigos, que vão estar entendendo e vão estar pensando
Em não estar falando desta maneira irritante. (Esta é a minha favorita...
EU ODEIO GERUNDISMO!)
29. Outra barbaridade que tu deves evitar chê, é usar muitas expressões que acabem por denunciar a região onde tu moras, carajo! ..nada de mandar
Esse trem...vixi..entendeu bichinho?
30. Não permita que seu texto acabe por rimar, porque senão ninguém irá aguentar já que é insuportável o mesmo final escutar, o tempo todo sem parar.
Fonte: http://www.adeva.org.br/
terça-feira, 30 de março de 2010
Poesia: O Mar - Leticia São João Daniel
O mar
é um lugar lindo.
Tão lindo
De se olhar
De se admirar
As águas claras,
tão lindas
Grandes e pequenas
O mar
É agitado
Que nunca para
Este é o mar.
é um lugar lindo.
Tão lindo
De se olhar
De se admirar
As águas claras,
tão lindas
Grandes e pequenas
O mar
É agitado
Que nunca para
Este é o mar.
sexta-feira, 26 de março de 2010
TUTORIAL DO MONITVOX
Controles do leitor de telas (Versão super-preliminar)
Comandos imediatos (monitoração)
------------------------------------
Todos os controles são feitos em conjunto com as teclas com control-alt
control-ALT-SPACE - entra no modo de comandos interativos
este comando é usado para encerrar o monitor, teclando-se
após ele a tecla ESC.
control-ALT-F1 - lê o conteúdo do clipboard
control-ALT-F2 - armazena temporariamente a posição do mouse
control-ALT-F3 - volta o mouse à posição armazenada
control-ALT-F5 - posiciona mouse num campo previamente registrado.
os campos são selecionados por um menu.
control-ALT-F6 - registra um campo ou botão, atribuindo a ele um nome.
control-ALT-F8 - fala hora atual
control-ALT-F9 - move o cursor do mouse para cima da última posição
falada pelo monitor.
control-ALT-F10 - lê o campo de status (linha inferior) de uma janela.
control-ALT-INSERT - liga ou desliga a monitoração temporariamente.
control-ALT-ENTER - o campo atual é trazido para ediçao confortável com o
DOSVOX. Teclando-se Enter, o dosvox recopia o campo
alterado para o seu lugar de origem. Teclando-se ESC
o campo não é copiado de volta.
control-ALT-HOME - lê o título da janela
control-ALT-END - sintetiza o objeto anteriormente falado e move o cursor para ele.
control-ALT-BACKSPACE - interrompe a síntese de voz
Simulação do movimento do mouse com as setas
--------------------------------------------------
É feito com control-ALT junto com as setas.
seta para cima: modo cursor do mouse é movido com as setas
setas ficam desabilitadas.
leitura de telas simultânea com a movimentação.
Neste modo, os cliques são os seguintes:
esquerdo: tecla Insert
duplo: tecla home
direito: tecla pageUp
a tecla end informa as coordenadas do cursor.
seta para baixo: modo cursor do mouse é movido pelo mouse (normal)
Comandos interativos
----------------------
Para entrar nos comandos interativos, tecla-se control-alt-SPACE
durante a monitoração.
ESC - encerra o programa.
ENTER - retorna à monitoração.
C - Configura o programa, principalmente a síntese de voz
T - lê a área de transferência usando o editor de textos
J - lê a janela
B - Busca um texto na janela
S - inicia um scriptVox
R - Registra a posição do mouse, atribuindo a ela uma letra
P - posiciona mouse numa posição registrada previamente.
L - lê um trecho da janela
F1 - ajuda
F8 - fala hora
F9 - permite reler o que está escrito na tela do monitor com as setas.
Comandos imediatos (monitoração)
------------------------------------
Todos os controles são feitos em conjunto com as teclas com control-alt
control-ALT-SPACE - entra no modo de comandos interativos
este comando é usado para encerrar o monitor, teclando-se
após ele a tecla ESC.
control-ALT-F1 - lê o conteúdo do clipboard
control-ALT-F2 - armazena temporariamente a posição do mouse
control-ALT-F3 - volta o mouse à posição armazenada
control-ALT-F5 - posiciona mouse num campo previamente registrado.
os campos são selecionados por um menu.
control-ALT-F6 - registra um campo ou botão, atribuindo a ele um nome.
control-ALT-F8 - fala hora atual
control-ALT-F9 - move o cursor do mouse para cima da última posição
falada pelo monitor.
control-ALT-F10 - lê o campo de status (linha inferior) de uma janela.
control-ALT-INSERT - liga ou desliga a monitoração temporariamente.
control-ALT-ENTER - o campo atual é trazido para ediçao confortável com o
DOSVOX. Teclando-se Enter, o dosvox recopia o campo
alterado para o seu lugar de origem. Teclando-se ESC
o campo não é copiado de volta.
control-ALT-HOME - lê o título da janela
control-ALT-END - sintetiza o objeto anteriormente falado e move o cursor para ele.
control-ALT-BACKSPACE - interrompe a síntese de voz
Simulação do movimento do mouse com as setas
--------------------------------------------------
É feito com control-ALT junto com as setas.
seta para cima: modo cursor do mouse é movido com as setas
setas ficam desabilitadas.
leitura de telas simultânea com a movimentação.
Neste modo, os cliques são os seguintes:
esquerdo: tecla Insert
duplo: tecla home
direito: tecla pageUp
a tecla end informa as coordenadas do cursor.
seta para baixo: modo cursor do mouse é movido pelo mouse (normal)
Comandos interativos
----------------------
Para entrar nos comandos interativos, tecla-se control-alt-SPACE
durante a monitoração.
ESC - encerra o programa.
ENTER - retorna à monitoração.
C - Configura o programa, principalmente a síntese de voz
T - lê a área de transferência usando o editor de textos
J - lê a janela
B - Busca um texto na janela
S - inicia um scriptVox
R - Registra a posição do mouse, atribuindo a ela uma letra
P - posiciona mouse numa posição registrada previamente.
L - lê um trecho da janela
F1 - ajuda
F8 - fala hora
F9 - permite reler o que está escrito na tela do monitor com as setas.
Lista de Musicas - DOSVOX
Olá, pessoal
Para tocar, no Dosvox, uma lista de músicas em seqüencia, proceda assim:
1. Vá até a pasta onde estas estão;
2. Marque, com barra de espaço (para marcar algumas) ou com * (para
marcar todas);
3. Dê \"ctrl+C\";
4. Edite um arquivo, por exemplo: \"0tocar.m3u\";
(Este 0 é para que ele seja o primeiro na pasta);
5. Estando dentro do arquivo criado, dê \"ctrl+V\".
Pronto! O caminho de todas as músicas marcadas foram gravados no
corpo deste arquivo.
6. Saia do arquivo e o salve;
7. Para ouvir as músicas, dê \"Enter\" sobre o arquivo \"0tocar.m3u\".
Notas:
1. Ao marcar todos os arquivos de uma pasta, verifique se não há
arquivos com formatos diferentes dos de áudio, isto é, arquivos \"DOC,
PDF, TXT, etc\", senão interromperá a execução das músicas e você ficará
sem saber o que houve;
2. Você poderá fazer uma seleção das músicas a ouvir, desde que coloque
no corpo do arquivo \"M3U\", o caminho completo de cada uma destas, como
no exemplo:
G:\\jovem guarda\\sergio murilo\\02 - Sergio Murilo com Lyrio Panicalli e sua
Orquestra - Estúpido Cupido.mp3
D:\\mpb\\caetano veloso\\sampa.mp3
C:\\bolero\\trio irakitan\\olhos verdes.mp3
Observe que coloquei unidades diferentes para que vocês vejam que o
importante é constar todo o caminho dos arquivos de áudio.
3. Você poderá voltar ao Dosvox e deixar as músicas tocando (se
conseguir ouvir os dois - risos), dando ctrl+alt+D para reabrir o
Dosvox. Neste caso, para retornar ao \"Mídia Play\", dê a opção \"V\"
(janelas do Dosvox) e dando \"Enter sobre a janela do Mídia Play\", dê
\"ALT+F4\" para fechá-la. Assim você desliga o programa.
4. Caso você não tenha reaberto o Dosvox, para encerrar a audição das
músicas, dê \"ALT+F4\";
5. Você poderá executar o arquivo \"M3U\" de qualquer lugar da sua
máquina.
Uma sugestão de uso para o \"M3U\", é deixar as músicas tocando, enquanto
você faz outras coisas
Fonte: Luís - www.mundocegal.com.br
Para tocar, no Dosvox, uma lista de músicas em seqüencia, proceda assim:
1. Vá até a pasta onde estas estão;
2. Marque, com barra de espaço (para marcar algumas) ou com * (para
marcar todas);
3. Dê \"ctrl+C\";
4. Edite um arquivo, por exemplo: \"0tocar.m3u\";
(Este 0 é para que ele seja o primeiro na pasta);
5. Estando dentro do arquivo criado, dê \"ctrl+V\".
Pronto! O caminho de todas as músicas marcadas foram gravados no
corpo deste arquivo.
6. Saia do arquivo e o salve;
7. Para ouvir as músicas, dê \"Enter\" sobre o arquivo \"0tocar.m3u\".
Notas:
1. Ao marcar todos os arquivos de uma pasta, verifique se não há
arquivos com formatos diferentes dos de áudio, isto é, arquivos \"DOC,
PDF, TXT, etc\", senão interromperá a execução das músicas e você ficará
sem saber o que houve;
2. Você poderá fazer uma seleção das músicas a ouvir, desde que coloque
no corpo do arquivo \"M3U\", o caminho completo de cada uma destas, como
no exemplo:
G:\\jovem guarda\\sergio murilo\\02 - Sergio Murilo com Lyrio Panicalli e sua
Orquestra - Estúpido Cupido.mp3
D:\\mpb\\caetano veloso\\sampa.mp3
C:\\bolero\\trio irakitan\\olhos verdes.mp3
Observe que coloquei unidades diferentes para que vocês vejam que o
importante é constar todo o caminho dos arquivos de áudio.
3. Você poderá voltar ao Dosvox e deixar as músicas tocando (se
conseguir ouvir os dois - risos), dando ctrl+alt+D para reabrir o
Dosvox. Neste caso, para retornar ao \"Mídia Play\", dê a opção \"V\"
(janelas do Dosvox) e dando \"Enter sobre a janela do Mídia Play\", dê
\"ALT+F4\" para fechá-la. Assim você desliga o programa.
4. Caso você não tenha reaberto o Dosvox, para encerrar a audição das
músicas, dê \"ALT+F4\";
5. Você poderá executar o arquivo \"M3U\" de qualquer lugar da sua
máquina.
Uma sugestão de uso para o \"M3U\", é deixar as músicas tocando, enquanto
você faz outras coisas
Fonte: Luís - www.mundocegal.com.br
DICIONÁRIO DE INFORMÁTICA
- Dicionário Informática - Comunicação - Internet.
Hacker - Pessoa maníaca por computador, grande conhecedor de rede e segurança.
Attach - Literalmente significa \"anexo\". A expressão é utilizada para designar
arquivos que acompanham mensagens de e-mail, newsgroup ou BBS. Não há restrição
quanto ao tipo de arquivo que pode ser enviado (texto, imagem, som, programa,
etc.).
Bcc - . Abreviatura de blind carbon copy. Cópia de uma mensagem de e-mail
enviada para várias pessoas sem que o endereço dos destinatários apareça no
documento.
A maioria dos programas de e-mail oferece os campos Bcc e Cc. Quando se usa o
Cc, todos os endereços aparecem na mensagem.
BITNET - Iniciais da expressão \"Because It\'s Time Network\" (Porque é tempo de
rede), é o nome de uma rede académica e de pesquisa iniciada em 1981 e operada
pela
Educom. Formada, na sua maior parte, por mainframes IBM, utiliza um protocolo
diferente da Internet (RSCS - Remote Spooling Communication System). No entanto,
é
possível a troca de mensagens entre a Internet e a BITNET.
Bookmark - Uma ferramenta presente em todos os browsers atuais que serve como um
bloco virtual de anotações. Nele, o usuário guarda os endereços que mais lhe
interessam
para poder acessá-los quando quiser.
Browser - Paginador, ou navegador. Programa utilizado para visualizar as páginas
da World Wide Web (WWW). Muitos deles já são bem populares, em especial o
Netscape
Navigator e o Microsoft Explorer. Há ainda o IBM Mosaic, o HotJava, Lynx (para
Unix), NetManage WebSurfer, Oracle PowerBrowser, etc. Neles estão os comandos e
as
ferramentas que auxiliarão a acessar os sites da rede e a guardá-los para uso
futuro.
Chat - Lugar na internet aonde as pessoas se encontram para conversar.
CiberEspaço - Mundo virtual, onde transitam as mais diferentes formas de
informações.
Conexão Direta - Ligação permanente entre dois computadores. Também é conhecida como linha dedicada.
Configuração - Configurar seu computador e as diversas partes a ele conectadas significa estabelecer características comuns, para que funcione em harmonia.
Configurar
um programa é ajustá-lo às características da sua máquina e de sua própria
pessoa (personalização).
Conta - Permissão para acesso a um dos servidores da Internet e, por meio dele,
a toda a rede.
Cookies - Mensagem enviada ao browser por um servidor Web. Normalmente, esta mensagem é gravada no micro cliente como um arquivo de texto. Sempre que o clientevolta a acessar aquele site, a mensagem é reenviada ao servidor. O objetivo do cookie é identificar o usuário e, por exemplo, exibir páginas personalizadas. Para isso, o usuário precisa ter fornecido informações pessoais numa visita anterior ao site.
Discussão - Fóruns globais onde pessoas com interesses em comum trocam
informações, debatem idéias e fazem perguntas umas às outras. Tudo através de mensagens que são distribuídas aos usuários pelo esquema de Mailing List ou Newsgroups.
DNS - Sistema responsável pela conversão dos endereços no formato simbólico (Exemplo: vortex.ufrgs.br) para o formato numérico (Exemplo: 143.54.1.7), também chamado de endereço IP.
Domínio - Um termo do LAN Manager e do Windows NT utilizado para representar um grupo de dispositivos, servidores e computadores agrupados dentro de uma rede.
O termo também é utilizado na Internet com o mesmo sentido. É um sistema de endereçamento que envolve um grupo de nomes que são listados com pontos entre eles, na ordem do mais específico para o mais geral. No caso do Globo On, por exemplo, o domínio \"oglobo.com.br\" representa a área da rede sob a qual estão abrigados seus recursos.
Download - É a transferência de um arquivo de outro computador para o seu
computador através da rede. \"Baixar\" um arquivo significa fazer o download do
mesmo.
E-mail - Sistema de transmissão de documentos e mensagens entre pessoas através do uso de computadores. Na Internet, talvez seja o segundo serviço mais popular, depois das páginas WWW.
Endereço IP - Número especialmente desenvolvido para acessar um determinado computador na Internet. Veja DNS.
Firewall - Combinação de hardware e software cujo papel é o de filtrar o
trânsito de informações entre redes fechadas (como as de uma empresa) e a
Internet. Impede que usuários não autorizados entrem nesta rede interna, via Internet, ou que dados de um sistema caiam na Internet, sem prévia autorização. Usa sistemas de monitoração que olham tudo o que entra e sai do servidor e outros protocolos de segurança.
Gopher - Sistema de organização de arquivos através de menus. Feramenta muito usada com a função de localizar e recuperar arquivos na Internet. O nome \"gopher\" é proveniente do mascote da Universidade de Minnesota, local onde o projeto foi desenvolvido. Os servidores Gopher podem ser acessados via telnet ou através de um
browser (v3.0 em diante). No Brasil, existem servidores Gopher como:
HTTP - Este protocolo é o conjunto de regras que permite a transferência de informações na Web e permite que os autores de páginas de hipertextos incluam comandos que possibilitem saltos para recursos e outros documentos disponíveis em sistemas remotos, de forma transparente para o usuário.
InfoBahn - O mesmo que super-rodovia de informações ou super infohighway. É o conjunto de ligações entre computadores, formando uma rede de redes, com meios de comunicação extremamente rápidos. Nome usado as vezes abusivamente pela mídia tradicional para designar as redes atualmente existentes, em particular a Internet, pois a grande maioria delas ainda tem interligações bastante lentas.
Internet - É uma rede de redes que se comunicam através do protocolo TCP/IP. Originalmente criada nos EUA, se tornou uma associação mundial de redes interligadas, em mais de 70 países.
Intranet - São redes corporativas que se utilizam da tecnologia e
infra-estrutura de comunicação de dados da Internet. Utilizadas na comunicação
interna da própria
empresa e/ou comunicação com outras empresas.
IP - O mais importante dos protocolos em que se baseia a Internet. Parte IP do
protocolo TCP/IP, é responsável por direcionar os pacotes de informação na rede
da origem até o destino.
LAN - Qualquer rede tecnológica física de comunicações que opera em alta
velocidade (0.1 a 100 Mbps) em curtas distâncias. Serve aos usuários dentro de
uma área
geográfica limitada.
Link - É a ligação de um item em um hiperdocumento a outros documentos. Este
link pode levar a um texto, uma imagem, som, vídeo, outro hiperdocumento ou
mesmo
outro protocolo, através do seu endereço na Rede.
Local - É como se denomina o computador que solicita um serviço
NetFind - Ferramenta utilizada para procurar os endereços eletrônicos dos
usuários da Internet.
Netiqueta - Comportamento aceitável na rede. Regras de ciberconvivência baseadas
no bom senso. Se refere às boas maneiras de usar a Internet, como não enviar
mensagens
que possam ofender alguém ou escrever com letras maiúsculas, o equivalente a
gritar numa conversa.
Offline - Fora da linha - desconectado, fora de operação de rede; dispositivo
que não está sob o controle do computador ou de sua CPU.
Plugin - Software que é acoplado a um aplicativo para ampliar suas funções.
Dessa forma os programas vão sendo implementados de acordo com as atualizações
que
os fabricantes fornecem.
Portal - Site de um determinado conteúdo na Internet ou diversos, por exemplo, o
PCDicas é um Portal de Informática, onde você pode achar tudo ou quase tudo
relacionado
ao seu assunto.
Posting - Um artigo individual mandado para um grupo de discussão ou o ato de
mandar um artigo para o mesmo.
Postmaster - A pessoa encarregada pelo administração do sistema de correio
eletrônico de uma localidade.
PPP - Protocolo que permite ao computador usar os protocolos TCP/IP com o padrão
telefônico. Substitui o SLIP. O PPP oferece uma maior correção de erros,
assegurando
a integridade dos arquivos obtidos. Seu desempenho, porém, é um pouco mais lento
do que do SLIP.
Site - Um endereço dentro da Internet que permite acessar arquivos e documentos
mantidos no computador de uma determinada empresa, pessoa, instituição. Existem
sites com apenas um documento; o mais comum, porém, principalmente no caso de
empresas e instituições, é que tenha dezenas ou centenas de documentos. O site
do Guia
do Buscador, por exemplo, fica no endereço http://www.guiadobuscador.com.br
SMTP (Simple Mail Transfer Protocol) - É o protocolo utilizado para enviar
mensagens de correio eletrônico.
T1, T3 - Padrões que representam 1.544 megabits (T1) e 45 megabits (T3) por
segundo na transmissão de dados.
TCP/IP (Transmission Control Protocol / Internet Protocol) - Os dois protocolos
básicos da Internet, usados para viabilizar a transmissão e troca de dados de
redes
diferentes, permitindo assim que os computadores se comuniquem. Foi criado em
1970 pelo governo americano. Como o TCP/IP foi desenvolvido a partir de fundos
públicos,
ele não pertence a uma empresa específica e pode ser utilizado por qualquer
computador para o compartilhamento de informações com outro computador.
Telnet - Ferramenta utilizada para estabelecer comunicação com outras máquinas
em outros lugares. Quando é estabelecida a conexão via Telnet, você está no
computador
remoto, ou seja, é como se você estivesse usando o computador no lugar onde ele
está instalado. Permite uma conexão pura e simples entre duas máquinas, sem
interface
gráfica.
TN3270 - Uma versão especial de Telnet para acessar mainframes IBM.
Trojan - Conhecido também como cavalo de tróia, é um arquivo que quando
executado abre uma determinada porta de sua máquina fazendo com que terceiros
possam
ter acesso total e completo além de fornecer as senhas de seu compu, da net,
etc,...
Upload - É a transferência de um arquivo do seu computador para outro computador
através da Rede.
URL (Uniform Resource Locator) - É o sistema de endereçamento e localização
utilizado pelo WWW e um padrão de endereçamento proposto para toda a Internet. Os endereços usados na Web, por exemplo http://www.pcdicas.com.br) são URLs.
Veronica - Um poderoso sistema para pesquisa de informações em diversos bancos de dados da Internet. A pesquisa é feita em servidores Gopher a partir de palavras chaves fornecidas pelo usuário.
Webmaster - Pessoa Responsável por Administrar um Site na Internet. Webmaster é coordenador do Site ou pode ser o dono do Site.
Hacker - Pessoa maníaca por computador, grande conhecedor de rede e segurança.
Attach - Literalmente significa \"anexo\". A expressão é utilizada para designar
arquivos que acompanham mensagens de e-mail, newsgroup ou BBS. Não há restrição
quanto ao tipo de arquivo que pode ser enviado (texto, imagem, som, programa,
etc.).
Bcc - . Abreviatura de blind carbon copy. Cópia de uma mensagem de e-mail
enviada para várias pessoas sem que o endereço dos destinatários apareça no
documento.
A maioria dos programas de e-mail oferece os campos Bcc e Cc. Quando se usa o
Cc, todos os endereços aparecem na mensagem.
BITNET - Iniciais da expressão \"Because It\'s Time Network\" (Porque é tempo de
rede), é o nome de uma rede académica e de pesquisa iniciada em 1981 e operada
pela
Educom. Formada, na sua maior parte, por mainframes IBM, utiliza um protocolo
diferente da Internet (RSCS - Remote Spooling Communication System). No entanto,
é
possível a troca de mensagens entre a Internet e a BITNET.
Bookmark - Uma ferramenta presente em todos os browsers atuais que serve como um
bloco virtual de anotações. Nele, o usuário guarda os endereços que mais lhe
interessam
para poder acessá-los quando quiser.
Browser - Paginador, ou navegador. Programa utilizado para visualizar as páginas
da World Wide Web (WWW). Muitos deles já são bem populares, em especial o
Netscape
Navigator e o Microsoft Explorer. Há ainda o IBM Mosaic, o HotJava, Lynx (para
Unix), NetManage WebSurfer, Oracle PowerBrowser, etc. Neles estão os comandos e
as
ferramentas que auxiliarão a acessar os sites da rede e a guardá-los para uso
futuro.
Chat - Lugar na internet aonde as pessoas se encontram para conversar.
CiberEspaço - Mundo virtual, onde transitam as mais diferentes formas de
informações.
Conexão Direta - Ligação permanente entre dois computadores. Também é conhecida como linha dedicada.
Configuração - Configurar seu computador e as diversas partes a ele conectadas significa estabelecer características comuns, para que funcione em harmonia.
Configurar
um programa é ajustá-lo às características da sua máquina e de sua própria
pessoa (personalização).
Conta - Permissão para acesso a um dos servidores da Internet e, por meio dele,
a toda a rede.
Cookies - Mensagem enviada ao browser por um servidor Web. Normalmente, esta mensagem é gravada no micro cliente como um arquivo de texto. Sempre que o clientevolta a acessar aquele site, a mensagem é reenviada ao servidor. O objetivo do cookie é identificar o usuário e, por exemplo, exibir páginas personalizadas. Para isso, o usuário precisa ter fornecido informações pessoais numa visita anterior ao site.
Discussão - Fóruns globais onde pessoas com interesses em comum trocam
informações, debatem idéias e fazem perguntas umas às outras. Tudo através de mensagens que são distribuídas aos usuários pelo esquema de Mailing List ou Newsgroups.
DNS - Sistema responsável pela conversão dos endereços no formato simbólico (Exemplo: vortex.ufrgs.br) para o formato numérico (Exemplo: 143.54.1.7), também chamado de endereço IP.
Domínio - Um termo do LAN Manager e do Windows NT utilizado para representar um grupo de dispositivos, servidores e computadores agrupados dentro de uma rede.
O termo também é utilizado na Internet com o mesmo sentido. É um sistema de endereçamento que envolve um grupo de nomes que são listados com pontos entre eles, na ordem do mais específico para o mais geral. No caso do Globo On, por exemplo, o domínio \"oglobo.com.br\" representa a área da rede sob a qual estão abrigados seus recursos.
Download - É a transferência de um arquivo de outro computador para o seu
computador através da rede. \"Baixar\" um arquivo significa fazer o download do
mesmo.
E-mail - Sistema de transmissão de documentos e mensagens entre pessoas através do uso de computadores. Na Internet, talvez seja o segundo serviço mais popular, depois das páginas WWW.
Endereço IP - Número especialmente desenvolvido para acessar um determinado computador na Internet. Veja DNS.
Firewall - Combinação de hardware e software cujo papel é o de filtrar o
trânsito de informações entre redes fechadas (como as de uma empresa) e a
Internet. Impede que usuários não autorizados entrem nesta rede interna, via Internet, ou que dados de um sistema caiam na Internet, sem prévia autorização. Usa sistemas de monitoração que olham tudo o que entra e sai do servidor e outros protocolos de segurança.
Gopher - Sistema de organização de arquivos através de menus. Feramenta muito usada com a função de localizar e recuperar arquivos na Internet. O nome \"gopher\" é proveniente do mascote da Universidade de Minnesota, local onde o projeto foi desenvolvido. Os servidores Gopher podem ser acessados via telnet ou através de um
browser (v3.0 em diante). No Brasil, existem servidores Gopher como:
HTTP - Este protocolo é o conjunto de regras que permite a transferência de informações na Web e permite que os autores de páginas de hipertextos incluam comandos que possibilitem saltos para recursos e outros documentos disponíveis em sistemas remotos, de forma transparente para o usuário.
InfoBahn - O mesmo que super-rodovia de informações ou super infohighway. É o conjunto de ligações entre computadores, formando uma rede de redes, com meios de comunicação extremamente rápidos. Nome usado as vezes abusivamente pela mídia tradicional para designar as redes atualmente existentes, em particular a Internet, pois a grande maioria delas ainda tem interligações bastante lentas.
Internet - É uma rede de redes que se comunicam através do protocolo TCP/IP. Originalmente criada nos EUA, se tornou uma associação mundial de redes interligadas, em mais de 70 países.
Intranet - São redes corporativas que se utilizam da tecnologia e
infra-estrutura de comunicação de dados da Internet. Utilizadas na comunicação
interna da própria
empresa e/ou comunicação com outras empresas.
IP - O mais importante dos protocolos em que se baseia a Internet. Parte IP do
protocolo TCP/IP, é responsável por direcionar os pacotes de informação na rede
da origem até o destino.
LAN - Qualquer rede tecnológica física de comunicações que opera em alta
velocidade (0.1 a 100 Mbps) em curtas distâncias. Serve aos usuários dentro de
uma área
geográfica limitada.
Link - É a ligação de um item em um hiperdocumento a outros documentos. Este
link pode levar a um texto, uma imagem, som, vídeo, outro hiperdocumento ou
mesmo
outro protocolo, através do seu endereço na Rede.
Local - É como se denomina o computador que solicita um serviço
NetFind - Ferramenta utilizada para procurar os endereços eletrônicos dos
usuários da Internet.
Netiqueta - Comportamento aceitável na rede. Regras de ciberconvivência baseadas
no bom senso. Se refere às boas maneiras de usar a Internet, como não enviar
mensagens
que possam ofender alguém ou escrever com letras maiúsculas, o equivalente a
gritar numa conversa.
Offline - Fora da linha - desconectado, fora de operação de rede; dispositivo
que não está sob o controle do computador ou de sua CPU.
Plugin - Software que é acoplado a um aplicativo para ampliar suas funções.
Dessa forma os programas vão sendo implementados de acordo com as atualizações
que
os fabricantes fornecem.
Portal - Site de um determinado conteúdo na Internet ou diversos, por exemplo, o
PCDicas é um Portal de Informática, onde você pode achar tudo ou quase tudo
relacionado
ao seu assunto.
Posting - Um artigo individual mandado para um grupo de discussão ou o ato de
mandar um artigo para o mesmo.
Postmaster - A pessoa encarregada pelo administração do sistema de correio
eletrônico de uma localidade.
PPP - Protocolo que permite ao computador usar os protocolos TCP/IP com o padrão
telefônico. Substitui o SLIP. O PPP oferece uma maior correção de erros,
assegurando
a integridade dos arquivos obtidos. Seu desempenho, porém, é um pouco mais lento
do que do SLIP.
Site - Um endereço dentro da Internet que permite acessar arquivos e documentos
mantidos no computador de uma determinada empresa, pessoa, instituição. Existem
sites com apenas um documento; o mais comum, porém, principalmente no caso de
empresas e instituições, é que tenha dezenas ou centenas de documentos. O site
do Guia
do Buscador, por exemplo, fica no endereço http://www.guiadobuscador.com.br
SMTP (Simple Mail Transfer Protocol) - É o protocolo utilizado para enviar
mensagens de correio eletrônico.
T1, T3 - Padrões que representam 1.544 megabits (T1) e 45 megabits (T3) por
segundo na transmissão de dados.
TCP/IP (Transmission Control Protocol / Internet Protocol) - Os dois protocolos
básicos da Internet, usados para viabilizar a transmissão e troca de dados de
redes
diferentes, permitindo assim que os computadores se comuniquem. Foi criado em
1970 pelo governo americano. Como o TCP/IP foi desenvolvido a partir de fundos
públicos,
ele não pertence a uma empresa específica e pode ser utilizado por qualquer
computador para o compartilhamento de informações com outro computador.
Telnet - Ferramenta utilizada para estabelecer comunicação com outras máquinas
em outros lugares. Quando é estabelecida a conexão via Telnet, você está no
computador
remoto, ou seja, é como se você estivesse usando o computador no lugar onde ele
está instalado. Permite uma conexão pura e simples entre duas máquinas, sem
interface
gráfica.
TN3270 - Uma versão especial de Telnet para acessar mainframes IBM.
Trojan - Conhecido também como cavalo de tróia, é um arquivo que quando
executado abre uma determinada porta de sua máquina fazendo com que terceiros
possam
ter acesso total e completo além de fornecer as senhas de seu compu, da net,
etc,...
Upload - É a transferência de um arquivo do seu computador para outro computador
através da Rede.
URL (Uniform Resource Locator) - É o sistema de endereçamento e localização
utilizado pelo WWW e um padrão de endereçamento proposto para toda a Internet. Os endereços usados na Web, por exemplo http://www.pcdicas.com.br) são URLs.
Veronica - Um poderoso sistema para pesquisa de informações em diversos bancos de dados da Internet. A pesquisa é feita em servidores Gopher a partir de palavras chaves fornecidas pelo usuário.
Webmaster - Pessoa Responsável por Administrar um Site na Internet. Webmaster é coordenador do Site ou pode ser o dono do Site.
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